Segundo a Ames-RJ, os representantes das instituições chegaram a ser detidos e encaminhados à delegacia. Eles haviam sido chamados por alunos da escola para encabeçar um abaixo-assinado exigindo o afastamento de um professor acusado de assédio. A defesa deles destacou que eles tinham uma autorização nominal cedida pela Secretaria de Estado de Saúde para que pudessem acessar a instituição e colher as assinaturas.
"Fomos solicitados a ir à escola, referendados pela Lei do Grêmio Livre, assinada pelo ex-governador Leonel Brizola. Entramos na escola, porque é nosso direito como entidade estudantil. Nós fomos à escola pra entregar abaixo-assinado, e os policiais, de forma truculenta, agrediram, jogaram spray de pimenta, Minha camisa está rasgada. Eles desferiram dois tapas em mim e deram soco num diretor da AmesRio", disse Marissol ao RJ 1, da TV Globo.

