Nos ultimos anos, a organização passou a adotar práticas típicas de milícia, como a exploração clandestina de serviços e a cobrança sistemática de taxas extorsivas de moradores e comerciantes.
Um dos episódios mais emblemáticos da escalada de violência foi o assassinato da líder comunitária Frauzenete Soares da Silva, conhecida por se opor à atuação do grupo na comunidade Novo Palmares, em Vargem Pequena. Após o crime, o filho da vítima passou a sofrer ameaças e foi expulso da comunidade.

