De acordo com os investigadores, 55 estabelecimentos foram fiscalizados por equipes da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Procons, além de policiais federais.
“As ações visam identificar práticas irregulares no aumento no preço do gás, na fixação de preços entre empresas concorrentes para controle de mercado e outras eventuais práticas abusivas que possam acarretar prejuízos para o consumidor”, detalhou a PF.
Os estabelecimentos estão localizados nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Irregularidades ou crimes que, porventura, venham a ser detectados serão encaminhadas à PF para a apuração. Se confirmadas as suspeitas, os responsáveis poderão ser indiciados por crimes contra a ordem tributária, econômica, bem como contra a economia popular e as relações de consumo.
Primeira etapa
A primeira etapa da operação foi deflagrada no dia 27 de março em 11 estados e no Distrito Federal, para averiguar postos de combustíveis suspeitos de praticarem aumentos irregulares na venda do produto.
Na oportunidade, a PF informou que as ações estavam focadas em “eventuais condutas abusivas que possam acarretar prejuízos ao consumidor.

