Rio - A Polícia Civil apreendeu, na noite desta quarta-feira (8), um arsenal com 160 armas - incluindo rifles, revólveres, pistolas e espingardas - expostas à venda irregularmente em um estabelecimento comercial em São Gonçalo, na Região Metropolitana. As equipes também encontraram 7,8 mil munições.
A operação é resultado de uma investigação da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) que apura a falsificação de documentos públicos usados para viabilizar o armazenamento e a posse de armas de fogo. A ação também teve como objetivo reprimir o comércio ilegal do armamento.
"Ficou constatado que o armazenamento e a posse dessas armas estavam sendo feitos de maneira ilegal. A ideia que temos até o momento é que os documentos são falsos. Por isso, eles não poderiam guardar todas aquelas armas. Vamos continuar a investigação, tanto para ter a certeza da veracidade documental quanto para descobrir quem foi o responsável por essa falsificação, bem como analisar se essa empresa vendeu alguma dessas armas de maneira irregular antes da nossa operação", explicou o delegado titular da Desarme, Mauro César.
Ao todo, foram apreendidos 21 pistolas de diversos calibres (.22, .380, .40, .45 e 9 mm); 30 rifles automáticos e semi-automáticos de calibre 22; 51 revólveres de calibres .32, .38, .357 e .44; e 64 espingardas semi-automáticas de calibres .12 e .32.
Além disso, as equipes apreenderam mais de 7,8 mil munições de calibre .38, .380, .357, .40, .12 e .22. As armas e munições são de diversas marcas, tais como CBC, Taurus, Imbel e Pardus, além da israelense IWI.
Além disso, as equipes apreenderam mais de 7,8 mil munições de calibre .38, .380, .357, .40, .12 e .22. As armas e munições são de diversas marcas, tais como CBC, Taurus, Imbel e Pardus, além da israelense IWI.
As investigações continuarão para comprovar a falsidade dos documentos apresentados pelos responsáveis pelo estabelecimento comercial, bem como para identificação dos autores da falsificação. O proprietário da loja prestou depoimento na especializada após a operação.
A ação contou com o apoio do Setor de Inteligência do Exército.


