O esquema funcionava no modelo conhecido como "pirâmide financeira", no qual os rendimentos pagos aos primeiros investidores eram provenientes dos valores investidos por novos participantes. A movimentação financeira do grupo pode ser ainda maior.
Segundo o delegado Marcos André, responsável pela investigação, os suspeitos já foram denunciados por crimes contra a economia popular, estelionato e por integrar organização criminosa.
"Essas pessoas estão operando um esquema de pirâmide. Elas oferecem no mercado a possibilidade de investimento de alta rentabilidade, sem risco, com ganhos superiores aos praticados. Então, as pessoas são atraídas para esse tipo de proposta, mas é importante que saibam que não há, na verdade, produção. Esse investimento não gera lucro. Na prática, a remuneração das vítimas é feita com o dinheiro de novas vítimas".

