O esquema funcionava a partir de um padrão reiterado de manipulação do controle aduaneiro. A investigação mapeou três frentes de atuação do grupo. A primeira era o desembaraço direto de mercadorias parametrizadas nos canais vermelho e cinza, ignorando inconsistências e exigências legais.
A segunda envolvia o setor de óleo e gás (admissão temporária), com a criação de procedimentos para liberar embarcações e outros equipamentos sem a devida previsão na legislação aduaneira, favorecendo indevidamente empresas privadas, mediante propina. A terceira frente consistia em recebimento de vantagens indevidas.

