Nos casos de aparelhos com maior nível de segurança, a facção contava com apoio de comparsas do estado de São Paulo para viabilizar o desbloqueio. "Há três paulistas que às vezes eram acionados para vir ao Rio e fazer os desbloqueios", afirmou o delegado.
Os criminosos se disfarçavam de entregadores para praticarem os crimes. "Eles utilizavam motos roubadas ou furtadas - com troca de placa -, ou alugadas - motos limpas -, e usavam bags para enganar. Eles utilizavam esses bags para passar como se fossem motos de aplicativo de entrega para subtrair os celulares", disse Renato.
Um homem foi preso pelo crime de receptação. "Esse criminoso foi preso em flagrante por receptação. [...] Ele foi abordado de forma esporádica e foi capturado pelas equipes", informou Renato Tomaz.

