Outra responsável contou que o filho é uma criança que aparece em um dos vídeos que viralizaram nas redes sociais, de cabeça baixa, sendo ameaçada por uma das funcionárias. A mãe destacou que já havia procurado a direção do estabelecimento para reclamar que o menino voltava para casa com muitos arranhões nas costas.
Segundo relatos, as duas funcionárias que aparecem nas imagens não voltaram mais à unidade desde que o vídeo começou a circular nas redes. A reportagem tentou contato com a direção da creche, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. O espaço está aberto para manifestação.

