Ainda segundo as investigações, Jackson exercia função estratégica dentro da facção e era apontado como um dos responsáveis pelo braço armado utilizado nas invasões de territórios dominados pelo Sindicato do Crime, grupo rival que atua no Rio Grande do Norte.
A disputa desencadeou uma intensa guerra entre facções no estado, marcada por homicídios, ataques armados, execuções e confrontos violentos pelo controle do tráfico de entorpecentes.
O criminoso é investigado por diversos homicídios, sendo considerado um alvo de altíssima periculosidade em razão de sua atuação operacional dentro da facção. O preso também atuava diretamente no recrutamento e cooptação de integrantes para participação na guerra entre facções, além de exercer função relacionada à guarda e manutenção de material bélico.
Contra o 'Professor' existiam mandados de prisão relacionados à prática de organização criminosa armada, além de diversas passagens por tráfico, receptação, roubo e posse de entorpecentes.

