Nos primeiros 70 dias de atuação, a Divisão de Elite da Guarda Municipal do Rio - Força Municipal já realizou mais de 3,8 mil abordagens nas ruas da cidade sem efetuar um único disparo. Até sexta-feira, foram registradas 616 prisões e conduções, além da apreensão ou recuperação de 109 celulares e 90 veículos.
Para o prefeito Eduardo Cavaliere, estes dados são resultado de uma atuação feita com inteligência, presença, planejamento, treinamento e protocolos da Polícia Rodoviária Federal. "A Força Municipal foi criada pra devolver segurança ao espaço público em apoio às forças de segurança. A Prefeitura do Rio está agindo. O modelo, baseado em gestão, planejamento e dados, pode ser replicado por outros municípios que buscam reduzir os roubos e furtos nas suas ruas", detalha o prefeito em entrevista ao MEIA HORA.
Os pontos de atuação da Força foram definidos com base em mancha criminal, análise de circulação e registro de ocorrências. "A lógica é estar presente onde o cidadão mais precisa. Não existe improviso. O resultado dessa preparação é visto no trabalho e na postura dos agentes nas ruas e também nos resultados apresentados nesses primeiros 70 dias", completa Cavaliere.
Até o fim do ano, a prefeitura garante que serão mais 600 agentes nas ruas, completando 1,2 mil na cidade. Eduardo Cavaliere compartilha que o aumento do efetivo está previsto desde o início da implementação. "Os agentes são selecionados através de concurso interno na Guarda Municipal. Eles vão atuar em diferentes regiões da cidade. Temos mapeadas 22 áreas com grandes índices de roubos e furtos e atualmente estamos em nove delas", diz o prefeito.

