Acusada virou inventariante

Um dos pontos que chamou atenção dos investigadores foi a cessão de parte de um precatório avaliado em R$ 38,5 milhões para escritórios de advocacia poucos dias antes do empresário morrer.

Além disso, um testamento teria sido lavrado, cerca de duas horas antes do óbito, atribuindo a uma das investigadas o papel de testamenteira, inventariante e beneficiária do patrimônio. Os agentes identificaram que, apenas sete dias depois que a vítima morreu, mais de R$ 1,1 milhão foram depositados na conta da investigada, valor que teria origem em créditos relacionados aos precatórios.