'Ela acreditava que ele ia mudar, mas não mudou', diz irmã

Segundo Thaciana Isidro, Lucélia já tinha registrado queixa contra Sebastião, mas não solicitou medida protetiva, pois acreditava que ele mudaria e não queria evitar que o homem visitasse os pais, que moram embaixo da casa onde o crime ocorreu.

O relacionamento gerou duas irmãs gêmeas, sendo uma delas uma jovem com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e com deficiência física. Uma delas assistiu o pai atirando na mãe

"Minha irmã era uma segunda mãe para mim. Era muito cuidadosa com as meninas, guerreira. Eu não suportaria viver a vida exaustiva que ela viveu. Era trem e ônibus, para cima e para baixo, com as meninas. Não deixem chegar ao ponto que minha irmã deixou. Procurem ajuda, denunciem. Por muitas vezes, a gente tentou fazer isso. Ela não deixou porque acreditava que ele ia mudar, mas não mudou", lamentou Thaciana.