As investigações apontam que a organização não se limitava ao tráfico de drogas e ao controle das comunidades. Criminosos armados implantaram um sistema de exploração contra os moradores e comerciantes por meio de ameaças, extorsões e constrangimentos. O delegado Jefferson Ferreira, titular da Draco, explica que os bandidos visavam tanto residências alugadas quanto imóveis de uso próprio.
"Há imóveis alugados, em que eles coagiram os locatários a entregar a casa ao proprietário, que se via sem opção e acabava alugando por um preço muito pequeno para esses indivíduos ou vendendo", reforçou o delegado. Algumas das vítimas foram forçadas a abandonarem seus imóveis para que estes fossem transferidos para pessoas ligadas à facção.

