A estrutura de lavagem de dinheiro estava diretamente ligada à cúpula da organização criminosa que atua no Complexo do São Carlos. Segundo a Polícia Civil, as informações reunidas apontam articulação da facção no estado de Minas Gerais para ocultação e lavagem dos recursos ilícitos.
"As principais empresas foram duas lojas de motos pertencentes a integrantes dessa organização criminosa que movimentaram, de forma atípica, milhões de reais, com valores em espécie, dinheiro, transferência por laranjas… Isso para legitimar o dinheiro do tráfico", explica Jefferson Ferreira.
Ainda de acordo com as investigações, integrantes do TCP exerciam também funções relacionadas à negociação, intermediação e compra clandestina de armas de fogo.

