Rio – Em meio à dor e à busca por respostas, familiares e amigos se despediram neste sábado (13) de Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, sepultado no Cemitério da Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O enterro foi marcado pela comoção de parentes, que cobraram a identificação do responsável pela morte da criança.
Arthur morreu na noite de quinta-feira (11), após permanecer internado por cerca de dez dias em estado grave no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu. Durante o velório, realizado horas antes do sepultamento, familiares manifestaram indignação com a falta de respostas sobre o caso e defenderam que as investigações avancem para esclarecer as circunstâncias da morte.
A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) é a de envenenamento. O resultado do exame toxicológico apontou a presença de terbufós-sulfóxido, substância conhecida popularmente como chumbinho, no organismo do menino.
Segundo a Polícia Civil, o material analisado pelo Instituto Médico-Legal (IML) também identificou vestígios de lidocaína e midazolam. No entanto, investigadores consideram que essas substâncias podem estar relacionadas aos medicamentos administrados durante o tratamento hospitalar.
De acordo com relatos de parentes, Arthur começou a passar mal após consumir um pedaço de bolo durante uma comemoração familiar realizada no dia 31 de maio. O quadro clínico se agravou rapidamente, levando à internação da criança em estado crítico.
Com a confirmação da presença de chumbinho, os agentes concentram esforços para descobrir de que forma a substância foi ingerida. Testemunhas vêm sendo ouvidas e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para ajudar a reconstituir os acontecimentos que antecederam a intoxicação.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou suspeitos nem informou se alguma pessoa é tratada formalmente como investigada. A DHBF aguarda a conclusão de outros exames periciais e segue reunindo elementos para esclarecer a dinâmica do caso.
Enquanto a investigação avança, a família tenta lidar com a perda de Arthur, cuja morte causou grande repercussão na Baixada Fluminense. Após a despedida realizada neste sábado, parentes afirmam que o principal desejo agora é descobrir quem provocou a tragédia e garantir que o responsável seja levado à Justiça.
Arthur morreu na noite de quinta-feira (11), após permanecer internado por cerca de dez dias em estado grave no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu. Durante o velório, realizado horas antes do sepultamento, familiares manifestaram indignação com a falta de respostas sobre o caso e defenderam que as investigações avancem para esclarecer as circunstâncias da morte.
A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) é a de envenenamento. O resultado do exame toxicológico apontou a presença de terbufós-sulfóxido, substância conhecida popularmente como chumbinho, no organismo do menino.
Segundo a Polícia Civil, o material analisado pelo Instituto Médico-Legal (IML) também identificou vestígios de lidocaína e midazolam. No entanto, investigadores consideram que essas substâncias podem estar relacionadas aos medicamentos administrados durante o tratamento hospitalar.
De acordo com relatos de parentes, Arthur começou a passar mal após consumir um pedaço de bolo durante uma comemoração familiar realizada no dia 31 de maio. O quadro clínico se agravou rapidamente, levando à internação da criança em estado crítico.
Com a confirmação da presença de chumbinho, os agentes concentram esforços para descobrir de que forma a substância foi ingerida. Testemunhas vêm sendo ouvidas e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para ajudar a reconstituir os acontecimentos que antecederam a intoxicação.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou suspeitos nem informou se alguma pessoa é tratada formalmente como investigada. A DHBF aguarda a conclusão de outros exames periciais e segue reunindo elementos para esclarecer a dinâmica do caso.
Enquanto a investigação avança, a família tenta lidar com a perda de Arthur, cuja morte causou grande repercussão na Baixada Fluminense. Após a despedida realizada neste sábado, parentes afirmam que o principal desejo agora é descobrir quem provocou a tragédia e garantir que o responsável seja levado à Justiça.

