A família de Carolina da Silva Rodrigues, de 32 anos, vive horas de dor e revolta após a morte da auxiliar de serviços gerais, baleada dentro de uma van na madrugada de sábado (13), em Santa Cruz, Zona Oeste.
Ela estava a caminho do trabalho quando teve a vida interrompida ao ser atingida por dois tiros no peito. Carolina, que tinha um condomínio no Méier como destino, chegou a ser socorrida e levada ao Hospital Municipal Pedro II, mas não resistiu.
Parentes cobram respostas sobre o caso e lamentam a perda de uma mulher descrita como trabalhadora, dedicada e querida por todos ao seu redor.
Em entrevista para MEIA HORA, a enteada da vítima, Larissa Cardoso Coelho, contou que Carolina havia saído de casa ainda de madrugada para cumprir mais um dia de expediente.
"Ela só saiu de casa para trabalhar. Acordou no horário de sempre, saiu por volta das 4h da manhã e pegou a van como fazia todos os dias. Quando o veículo estava saindo da comunidade do Aço e entrando na reta do Antares, um carro parou e efetuou disparos. Ela foi atingida por dois tiros no peito" relatou.
A morte causou comoção entre moradores da região e familiares. De acordo com a enteada, Carolina era muito querida na comunidade onde vivia e deixou uma marca profunda na família.
"O pessoal da comunidade gostava muito dela. Está todo mundo muito abalado. Ela era uma pessoa muito boa, trabalhadora, dedicada" afirmou.
Carolina mantinha um relacionamento com Patrícia havia oito anos. As duas eram casadas e dividiam a rotina.

