Segundo o MPRJ, a investigação teve início após indícios de que parlamentares teriam procurado a PM para obter informações sobre uma operação sigilosa destinada à demolição de imóveis usados pela organização criminosa em Parada de Lucas, na região conhecida como Complexo de Israel.
Um deles era o "resort" de luxo do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, um dos líderes da facção. Os agentes públicos teriam argumentado que os imóveis eram destinados à prestação de serviços sociais, o que, segundo as apurações, não correspondia à realidade. Na ocasião, a ação policial acabou sendo adiada.

