As investigações identificaram a atuação da facção e sua influência sobre crimes patrimoniais. As apurações apontaram ainda que o grupo mantém estrutura organizada e fortemente armada, voltada ao tráfico de drogas, ao controle territorial e à proteção de seus integrantes, usando criminosos armados para vigiar pontos de venda de drogas e controlar os acessos às comunidades.
Os policiais também identificaram publicações em redes sociais nas quais os criminosos exibiam armas de fogo, drogas, rádios comunicadores e símbolos ligados ao Comando Vermelho.

