'Estrutura profissional dedicada à lavagem de dinheiro'

As investigações iniciaram a partir da atuação do TCP no Complexo de São Carlos. Os agentes descobriram que a mesma estrutura financeira era usada para lavar dinheiro de diferentes facções, funcionando como espécie de "prestadora de serviços" para organizações envolvidas com o tráfico de drogas. O promotor Bruno Rinaldi destaca que a ação ataca o fluxo financeiro dos grupos.

"A investigação começou com uma loja, um estabelecimento. Inicialmente, se dava conta de que seria apenas na região do São Carlos, uma pessoa com movimentação incompatível. Só que, com análise de relatório de inteligência financeira, tivemos a compreensão de que não seria uma ação simples, mas sim, uma estrutura profissional dedicada à lavagem de dinheiro que atendia a mais de um grupo. Estamos falando da especialização de uma estrutura que lavava dinheiro por encomenda".