Esquema envolve visitantes, que entram nos presídios

As investigações apontaram que o grupo criminoso possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções. O esquema envolveria visitantes cadastradas, colaboradores externos e o policial penal investigado, que, de acordo com a corporação, utilizava a estrutura do sistema penitenciário para facilitar a entrada de drogas, celulares e acessórios destinados a presos ligados a organizações criminosas.

"Essas investigações decorrem de uma prisão em flagrante de um policial penal, no ano passado. Com o desenvolver dessas investigações, notamos que havia um grupo por trás que visava o abastecimento da facção que domina internamente o presídio. Havia um conluio de servidores para facilitação da entrada do material no presídio. Nosso objetivo é colher informações para entender até qual é o alcance da organização criminosa", explicou o delegado Márcio Almeida, titular da Draco.