Rio - Familiares do engenheiro Pedro Henrique Cavalcante, de 29 anos, morto em um acidente de moto na divisa entre Maracanã e Vila Isabel, na Zona Norte, cobram explicações sobre as circunstâncias que levaram a colisão com um ônibus no cruzamento entre as ruas São Francisco Xavier, Radialista Waldir Amaral e o Boulervard 28 de setembro. A via estava com sinais de trânsito apagados.
Pai e tio da vítima, respectivamente, os comerciantes Sebastião Mesquita, 60, e Manoel Lopes, 45, estiveram no Instituto Médico Legal (IML), na Zona Portuária, na manhã desta sexta-feira (27), para a liberação do corpo.
Ao MH, Sebastião contou que o filho era extremamente cuidadoso com a moto e que não tinha costume de andar em alta velocidade.
"Ele andava muito calmo, era um cara que sempre só estudou, nunca teve vício de nada, não era de baile, era só de estudar. Era formado e tinha a moto dele, que estava sempre em dia. Ele cuidava da moto, trocava freio, fazia tudo. Foi uma coisa que só Deus mesmo... E o sentimento que fica é de querer uma explicação, a gente vai para a delegacia para ver se tem alguém para ser responsável por isso", afirmou.
Pedro estava a caminho da casa do tio, que mora na Tijuca, no momento do acidente.
"Ele tinha saído do curso aqui no Maracanã e ia lá para minha casa. Os pais dele moram em Curicica, e ele tinha um apartamento no Centro. O sentimento é de indignação! A gente está sem saber de nada. Estamos tristes e lamentamos que a gente não sabe, que não temos explicações”, acrescentou o tio.
Manoel reclamou ainda sobre o descaso de sinais apagados na região, que podem ter ocasionado o acidente.
"Está um descaso danado, tem muito sinal sem manutenção, e isso infelizmente tem causado esse tipo de acidente. Mas como teve um comentário sobre o motorista de ônibus que vinha em alta velocidade e a pista estava molhada, se for isso, infelizmente, é imprudência do motorista. Não estou falando quem está errado, porque eu não sei, mas acho que ele deveria ter mais cautela."
O comerciante revelou, ainda, que família soube da tragédia através de uma ligação da delegacia.
"Ele era sempre tranquilo e dedicado. Estudava e trabalhava. A delegacia entrou em contato com os pais dele, falando que a moto dele estava lá. Eu cheguei lá e vi que era a moto dele mesmo e peguei a documentação, mas infelizmente eu já senti o que tinha acontecido, porque eu tinha visto em uma reportagem que tinha acontecido esse acidente lá na Rua São Francisco Xavier com a 28 de setembro, e que tinha uma vítima fatal. Então, já fui pensando o pior. Quando cheguei lá, foi confirmado que era ele”, lamentou.
Ao MH, Sebastião contou que o filho era extremamente cuidadoso com a moto e que não tinha costume de andar em alta velocidade.
"Ele andava muito calmo, era um cara que sempre só estudou, nunca teve vício de nada, não era de baile, era só de estudar. Era formado e tinha a moto dele, que estava sempre em dia. Ele cuidava da moto, trocava freio, fazia tudo. Foi uma coisa que só Deus mesmo... E o sentimento que fica é de querer uma explicação, a gente vai para a delegacia para ver se tem alguém para ser responsável por isso", afirmou.
Pedro estava a caminho da casa do tio, que mora na Tijuca, no momento do acidente.
"Ele tinha saído do curso aqui no Maracanã e ia lá para minha casa. Os pais dele moram em Curicica, e ele tinha um apartamento no Centro. O sentimento é de indignação! A gente está sem saber de nada. Estamos tristes e lamentamos que a gente não sabe, que não temos explicações”, acrescentou o tio.
Manoel reclamou ainda sobre o descaso de sinais apagados na região, que podem ter ocasionado o acidente.
"Está um descaso danado, tem muito sinal sem manutenção, e isso infelizmente tem causado esse tipo de acidente. Mas como teve um comentário sobre o motorista de ônibus que vinha em alta velocidade e a pista estava molhada, se for isso, infelizmente, é imprudência do motorista. Não estou falando quem está errado, porque eu não sei, mas acho que ele deveria ter mais cautela."
O comerciante revelou, ainda, que família soube da tragédia através de uma ligação da delegacia.
"Ele era sempre tranquilo e dedicado. Estudava e trabalhava. A delegacia entrou em contato com os pais dele, falando que a moto dele estava lá. Eu cheguei lá e vi que era a moto dele mesmo e peguei a documentação, mas infelizmente eu já senti o que tinha acontecido, porque eu tinha visto em uma reportagem que tinha acontecido esse acidente lá na Rua São Francisco Xavier com a 28 de setembro, e que tinha uma vítima fatal. Então, já fui pensando o pior. Quando cheguei lá, foi confirmado que era ele”, lamentou.
Os familiares retornaram à delegacia nesta manhã e foram informados de que os agentes aguardam as imagens das câmeras da prefeitura para prosseguir com as investigações. O caso está a cargo da 18ª DP (Praça da Bandeira). Segundo a Polícia Civil, diligências são realizadas para apurar os fatos.
O enterro será neste sábado (28) no Cemitério do Pechincha, às 12h15. O velório começa às 9h15.
Em nota, a CET-Rio informou que os sinais apagados são devido ao furto de cabos e equipamentos. Segundo a companhia, o cruzamento da Rua São Francisco Xavier com a Rua Radialista Waldir Amaral, onde ocorreu o acidente, foi alvo de furto 87 vezes somente este ano.
Para dificultar novos crimes, a CET-Rio vem adotando medidas como a soldagem das caixas que abrigam os cabos e a instalação de equipamentos em pontos mais altos dos postes, com garras antifurto. Nos locais com maior recorrência, os cabos elétricos também estão sendo enterrados. Todas as ocorrências são comunicadas à polícia mensalmente, por meio de relatórios.
No primeiro semestre de 2026 foram registradas, em toda a cidade, 1.633 ocorrências que provocaram um prejuízo total de R$ 3,2 milhões ao município. Na Zona Norte, região com maior número de ocorrências, principalmente na Grande Tijuca e no Grande Méier, a companhia vem reforçando medidas para reduzir os furtos e agilizar os reparos.
O enterro será neste sábado (28) no Cemitério do Pechincha, às 12h15. O velório começa às 9h15.
Em nota, a CET-Rio informou que os sinais apagados são devido ao furto de cabos e equipamentos. Segundo a companhia, o cruzamento da Rua São Francisco Xavier com a Rua Radialista Waldir Amaral, onde ocorreu o acidente, foi alvo de furto 87 vezes somente este ano.
Para dificultar novos crimes, a CET-Rio vem adotando medidas como a soldagem das caixas que abrigam os cabos e a instalação de equipamentos em pontos mais altos dos postes, com garras antifurto. Nos locais com maior recorrência, os cabos elétricos também estão sendo enterrados. Todas as ocorrências são comunicadas à polícia mensalmente, por meio de relatórios.
No primeiro semestre de 2026 foram registradas, em toda a cidade, 1.633 ocorrências que provocaram um prejuízo total de R$ 3,2 milhões ao município. Na Zona Norte, região com maior número de ocorrências, principalmente na Grande Tijuca e no Grande Méier, a companhia vem reforçando medidas para reduzir os furtos e agilizar os reparos.

