A DRCI também identificou o uso de diferentes contas, linhas telefônicas e dispositivos eletrônicos relacionados entre si. Os diversos perfis e identidades digitais eram empregados para dificultar a identificação dos responsáveis pela atividade. Para avançar na apuração, as equipes solicitaram dados a empresas de tecnologia e operadoras de telefonia.
A análise das informações permitiu estabelecer vínculos entre os cinco suspeitos e os endereços. A especializada também investiga possíveis incitações e apologias ao aborto, assim como a falsificação e adulteração de produtos que são destinados a fins terapêuticos ou medicinais.
A Operação Anjo Caído teve como objetivo localizar celulares, computadores, mídias e documentos que possam esclarecer a dinâmica dos crimes e a participação de cada investigado.

