o contraventor Rogério de Andrade é apontado como chefe de esquemas de contravenção, como o jogo do bicho e a operação de máquinas caça-níqueis, especialmente na Zona Oeste da capital fluminense.
O controle dessas atividades começou a ser dividido no fim dos anos 1990, após o falecimento do patriarca Castor de Andrade, tio de Rogério, vítima de um infarto em 1997. Na ocasião, o comando dos negócios foi fatiado entre o sobrinho, o herdeiro direto Paulo Roberto de Andrade e Fernando Iggnácio, então genro do bicheiro histórico.

