A segunda investigação mira integrantes de um grupo criminoso, apontado como responsável por roubos de veículos na região do Grande Méier. De acordo com os elementos reunidos até então, a quadrilha atuava de forma coordenada, com divisão de tarefas, emprego de armas de fogo e uso de veículos de apoio para cometer os crimes.
"A gente começou as investigações e conseguiu entender o modus operandi desse grupo que praticava roubos, subtraía telefones e outros pertences das vítimas, obrigando-as a dar a senha. Assim, faziam transferências financeiras. Além do lucro que obtinham através do roubo desses automóveis, fazendo adulteração e revendendo, eles conseguiam disseminar esses valores em diversas contas de 'laranjas'", explicou a delegada Luciana Ribeiro.
A operação foi realizada pela DRFA-CAP, com o apoio de agentes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Ao todo, 300 policiais atuaram.

