Mesmo ferido, Luiz Guilherme pediu socorro na escola

Caio explicou que o estudante chegou a pedir socorro na escola depois de ser esfaqueado, mas havia perdido muito sangue.

"Ele, sempre quieto e sossegado, sabia das responsabilidades dele como ser humano. No momento que ele viu a colega em situação de risco, ele se prontificou em proteger a colega e desvencilhar ela para ela poder escapar. Mas ele ficou. Infelizmente, aconteceu essa fatalidade. Ele ainda conseguiu ir para a escola pedir socorro. Isso mostra como ele era forte, mesmo perdendo muito sangue", destacou.

Luiz tinha o sonho de ser professor de Educação Física. À imprensa, o pai também falou sobre a revolta com a morte do filho e cobrou mais segurança na região.

"É revoltante porque a gente sabe que não é o primeiro e nem vai ser o último. A lei é muito branda. A lei, em vez de corrigir, ela pune. Existe uma diferença: a correção melhora a pessoa, a punição não."