Um suspeito de integrar uma quadrilha especializada em roubos de carros foi preso na Rua Bento Lisboa, no Catete, Zona Sul do Rio, nesta quinta-feira (24). De acordo com a Polícia Civil, Rafael Abdon Martins é apontado como membro da organização responsável por mais de 70 ações criminosas.
Segundo as investigações, Rafael exercia a função de “batedor” dentro do grupo. Ele utilizava veículos para ir na frente dos automóveis ocupados pelos criminosos armados responsáveis por executar os roubos. O suspeito também faria o papel de identificar possíveis alvos e de auxiliar a fuga do grupo com os carros recém-subtraídos.
As apurações revelaram a atuação de uma quadrilha extremamente organizada, com divisão de tarefas estruturadas. De acordo com a polícia, os criminosos utilizavam de grande violência forte material bélico para os assaltos, inclusive com o uso de fuzis para a abordagem e intimidação das vítimas.
A ação, conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), contou com o apoio e suporte do Civitas e da empresa Gabriel Tecnologias. Após análises de imagens de câmeras de segurança, os agentes identificaram a presença de Rafael diversas vezes no suporte operacional aos roubos.
De acordo com a corporação, os elementos reunidos demonstram que sua atuação não se restringia a episódios isolados, mas integrava uma engrenagem criminosa voltada à prática sistemática de roubos de veículos, com participação identificada em mais de 70 ocorrências.
Os agentes continuam trabalhando para identificar e responsabilizar os demais integrantes da associação criminosa.
Segundo as investigações, Rafael exercia a função de “batedor” dentro do grupo. Ele utilizava veículos para ir na frente dos automóveis ocupados pelos criminosos armados responsáveis por executar os roubos. O suspeito também faria o papel de identificar possíveis alvos e de auxiliar a fuga do grupo com os carros recém-subtraídos.
As apurações revelaram a atuação de uma quadrilha extremamente organizada, com divisão de tarefas estruturadas. De acordo com a polícia, os criminosos utilizavam de grande violência forte material bélico para os assaltos, inclusive com o uso de fuzis para a abordagem e intimidação das vítimas.
A ação, conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), contou com o apoio e suporte do Civitas e da empresa Gabriel Tecnologias. Após análises de imagens de câmeras de segurança, os agentes identificaram a presença de Rafael diversas vezes no suporte operacional aos roubos.
De acordo com a corporação, os elementos reunidos demonstram que sua atuação não se restringia a episódios isolados, mas integrava uma engrenagem criminosa voltada à prática sistemática de roubos de veículos, com participação identificada em mais de 70 ocorrências.
Os agentes continuam trabalhando para identificar e responsabilizar os demais integrantes da associação criminosa.
Suspeitos de usar táxi para aplicar golpes são presos
Na quarta-feira (23), um trio suspeito de integrar uma quadrilha especializada no roubo de passageiros de táxi foi preso no mesmo bairro da Zona Sul do Rio. O grupo, que era de São Paulo, utilizava máquinas de cartão adulteradas para pegar senhas e trocar os cartões das vítimas, principalmente idosos.
Durante a abordagem, próximo à praça do Largo do Machado, no Catete, os policiais da 9ª DP (Catete) encontraram 85 cartões bancários em nome de diferentes pessoas, dez máquinas de cartão de diferentes credenciadoras, cinco placas de veículos e um documento de outro carro – que fazia conjunto com uma das placas. O veículo também foi apreendido.
Após a ação, os agentes seguiram para um imóvel alugado temporariamente pelo grupo, no Santo Cristo, na Região Central, que era utilizado como base durante a permanência dos criminosos no Rio. No local, outros dois integrantes foram presos.
Segundo as investigações, a quadrilha tinha um modus operandi para aplicar os golpes. Ao fim da corrida, o motorista recusava pagamentos em dinheiro ou Pix, sob a alegação de que não tinha troco, e orientava os passageiros a pagar com cartão.
A máquina adulterada simulava uma falha na leitura do cartão, enquanto um aplicativo instalado em um celular capturava a senha digitada pela vítima. Em seguida, os criminosos entregavam um cartão semelhante, que já ficava separado dentro do veículo, e ficavam com o verdadeiro.
Com os cartões e senhas em mãos, os integrantes da quadrilha realizavam compras e saques imediatamente. Entre os cartões apreendidos estão os de quatro vítimas já identificadas durante a investigação e o de um turista estrangeiro.
De acordo com a Polícia Civil, a placa do automóvel também era constantemente trocada pelos criminosos para dificultar o rastreamento. Em apenas oito dias, os investigadores identificaram o mesmo carro circulando com quatro placas diferentes.
Durante a abordagem, próximo à praça do Largo do Machado, no Catete, os policiais da 9ª DP (Catete) encontraram 85 cartões bancários em nome de diferentes pessoas, dez máquinas de cartão de diferentes credenciadoras, cinco placas de veículos e um documento de outro carro – que fazia conjunto com uma das placas. O veículo também foi apreendido.
Após a ação, os agentes seguiram para um imóvel alugado temporariamente pelo grupo, no Santo Cristo, na Região Central, que era utilizado como base durante a permanência dos criminosos no Rio. No local, outros dois integrantes foram presos.
Segundo as investigações, a quadrilha tinha um modus operandi para aplicar os golpes. Ao fim da corrida, o motorista recusava pagamentos em dinheiro ou Pix, sob a alegação de que não tinha troco, e orientava os passageiros a pagar com cartão.
A máquina adulterada simulava uma falha na leitura do cartão, enquanto um aplicativo instalado em um celular capturava a senha digitada pela vítima. Em seguida, os criminosos entregavam um cartão semelhante, que já ficava separado dentro do veículo, e ficavam com o verdadeiro.
Com os cartões e senhas em mãos, os integrantes da quadrilha realizavam compras e saques imediatamente. Entre os cartões apreendidos estão os de quatro vítimas já identificadas durante a investigação e o de um turista estrangeiro.
De acordo com a Polícia Civil, a placa do automóvel também era constantemente trocada pelos criminosos para dificultar o rastreamento. Em apenas oito dias, os investigadores identificaram o mesmo carro circulando com quatro placas diferentes.

