Sessão de tortura com combustível

De acordo com o processo, Márcio Costa teve o corpo encharcado com combustível, foi ameaçado de ser incendiado e atingido no rosto com substância inseticida, entre os dias 21 e 22 de fevereiro de 2011. A ação de tortura, que, segundo a defesa dele, foi coordenada pela ex-vereadora, teria sido praticada por outras três pessoas ligadas à família de Veronica.

Durante a violência, os familiares questionavam Márcio sobre o paradeiro do dinheiro da campanha eleitoral da empresária, que, à época, concorria ao cargo de vereadora no Rio. Como não obtiveram resposta, as ameaças continuaram. No dia seguinte, durante um momento de distração do grupo, Márcio conseguiu pular pela janela e buscar ajuda de vizinhos. Na época, ele chegou a ficar 10 dias internado.

Márcio Costa denunciou a violência no mês de fevereiro de 2011, quando ele e Veronica ainda eram oficialmente casados. Na época da condenação, ele morava nos Estados Unidos e alegou ter sofrido diversas ameaças de morte.