Acusados têm cerca de R$ 19 milhões em bens bloqueados

A apuração do MP aponta para indícios de direcionamento de contratações, superfaturamento e lavagem de dinheiro. São investigados crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A pedido do MPRJ, a Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados no valor de aproximadamente R$ 19 milhões. As contratações investigadas foram realizadas entre 2024 e 2025, durante a gestão de Roberta.

As investigações são conduzidas pela Atribuição Originária Criminal do Procurador-Geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira. O levantamento indica que os recursos saíam da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), eram repassados às Associações de Apoio às Escolas (AAEs) - entidades sem fins lucrativos ligadas às unidades escolares que recebem e administram recursos públicos.