O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, foi o primeiro a votar na abertura da sua sessão eleitoral em Brasília neste domingo (4). Apesar de manter seu domicílio eleitoral em Teresina, no Piauí, Nunes Marques pediu para votar em trânsito em Brasília.
Logo após registrar seu voto, o ministro afirmou que, apesar do clima adverso ter causado a necessidade de mudança de algumas seções eleitorais pelas regiões Sul - excesso de chuva - e Norte - seca -, o processo é "seguro" e deve seguir com "naturalidade".
"Os locais mais extremos no Brasil, onde ocorrem as secas, e as chuvas que chegaram fortemente na região Sul do País. Tivemos alguns deslocamentos, seção eleitoral, mas feito em dias anteriores, e amanhecemos o dia hoje com a segurança de que as eleições vão se transcorrer na maior normalidade", afirmou a jornalistas.
Neste sábado (3), o ministro fez um pronunciamento em rede nacional e afirmou que qualquer tentativa de impedir eleitores de votarem em quem quiserem será coibida.
"Faço agora um chamamento às candidatas, aos candidatos e seus apoiadores: amanhã é o dia da liberdade do voto. Ameaças, assédio ou tentativa de interferência na vontade do eleitor, em qualquer de suas formas, serão prontamente reprimidas", afirmou na transmissão.
Nunes Marques também fez um apelo aos brasileiros para colaborarem com a qualidade das informações em circulação. "Em caso de dúvida, recorram aos canais oficiais da Justiça Eleitoral. Checar antes de compartilhar é uma atitude simples e eficaz que está ao alcance de todos", recomendou.
Logo após registrar seu voto, o ministro afirmou que, apesar do clima adverso ter causado a necessidade de mudança de algumas seções eleitorais pelas regiões Sul - excesso de chuva - e Norte - seca -, o processo é "seguro" e deve seguir com "naturalidade".
"Os locais mais extremos no Brasil, onde ocorrem as secas, e as chuvas que chegaram fortemente na região Sul do País. Tivemos alguns deslocamentos, seção eleitoral, mas feito em dias anteriores, e amanhecemos o dia hoje com a segurança de que as eleições vão se transcorrer na maior normalidade", afirmou a jornalistas.
Neste sábado (3), o ministro fez um pronunciamento em rede nacional e afirmou que qualquer tentativa de impedir eleitores de votarem em quem quiserem será coibida.
"Faço agora um chamamento às candidatas, aos candidatos e seus apoiadores: amanhã é o dia da liberdade do voto. Ameaças, assédio ou tentativa de interferência na vontade do eleitor, em qualquer de suas formas, serão prontamente reprimidas", afirmou na transmissão.
Nunes Marques também fez um apelo aos brasileiros para colaborarem com a qualidade das informações em circulação. "Em caso de dúvida, recorram aos canais oficiais da Justiça Eleitoral. Checar antes de compartilhar é uma atitude simples e eficaz que está ao alcance de todos", recomendou.
Nunes Marques rebate ameaças internacionais à eleição
Em declaração dada ao SBT, Nunes Marques contraria preocupações com ameaças internacionais às eleições do País e cita desinformação e uso irregular de inteligência artificial como preocupações maiores.
"É importante dizer que o Brasil e as demais nações democráticas do mundo, historicamente, trocam conhecimentos e contribuem mutuamente para o fortalecimento das democracias. Nações democráticas dialogam, não interferem", declarou.
Nunes Marques, no entanto, não faz referência a uma possível interferência dos Estados Unidos no pleito brasileiro a fim de influenciar o resultado, tema que surgiu nos últimos dias. Renan Santos (Missão), candidato à presidência, acusou Flávio Bolsonaro (PL), também presidenciável, de receber apoio financeiro do grupo empresarial Rockbridge Network, que teria o vice-presidente dos EUA, JD Vance, como um dos fundadores.
"É importante dizer que o Brasil e as demais nações democráticas do mundo, historicamente, trocam conhecimentos e contribuem mutuamente para o fortalecimento das democracias. Nações democráticas dialogam, não interferem", declarou.
Nunes Marques, no entanto, não faz referência a uma possível interferência dos Estados Unidos no pleito brasileiro a fim de influenciar o resultado, tema que surgiu nos últimos dias. Renan Santos (Missão), candidato à presidência, acusou Flávio Bolsonaro (PL), também presidenciável, de receber apoio financeiro do grupo empresarial Rockbridge Network, que teria o vice-presidente dos EUA, JD Vance, como um dos fundadores.

