Diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues disse neste domingo (4) que a inteligência da corporação apura denúncias de interferência estrangeira nas eleições brasileiras. A declaração ocorreu durante uma visita ao Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICC), na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília.
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A medida atende a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que acionou a PF após o jornal britânico The Guardian revelar que um fundo do governo dos Estados Unidos destinaria cerca de R$ 5 milhões a grupos brasileiros que fazem críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes. A reportagem, no entanto, não identificou a organização brasileira que receberá os recursos.
“Nós recebemos de fato uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU) sugerindo a apuração de interferência externa nas eleições brasileiras, o que é crime na legislação eleitoral. Isso foi analisado pela nossa área técnica ontem [3] e encaminhado para a diretoria de inteligência, que é quem vai conduzir a investigação”, afirmou.
Sobre a segurança das representações diplomáticas, o diretor-geral disse que os elementos reunidos pela PF não apontaram risco efetivo nem a existência de um plano contra embaixadas. As embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália suspenderam os atendimentos.
“Recebemos a comunicação da Embaixada dos Estados Unidos e, como é o nosso dever, atuamos para apurar alguma veracidade daqueles dados que nos foram encaminhados. Cumprimos as medidas judiciais, num processo sigiloso, e, de fato, não comprovamos nenhum elemento concreto que apontasse um risco efetivo para esta Embaixada ou para qualquer outra”, contou.
Andrei também destacou que, de forma geral, a eleição ocorre de forma tranquila em todo o país, sem registro de ocorrências graves, além do que já é esperado.
A medida atende a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que acionou a PF após o jornal britânico The Guardian revelar que um fundo do governo dos Estados Unidos destinaria cerca de R$ 5 milhões a grupos brasileiros que fazem críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes. A reportagem, no entanto, não identificou a organização brasileira que receberá os recursos.
“Nós recebemos de fato uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU) sugerindo a apuração de interferência externa nas eleições brasileiras, o que é crime na legislação eleitoral. Isso foi analisado pela nossa área técnica ontem [3] e encaminhado para a diretoria de inteligência, que é quem vai conduzir a investigação”, afirmou.
Sobre a segurança das representações diplomáticas, o diretor-geral disse que os elementos reunidos pela PF não apontaram risco efetivo nem a existência de um plano contra embaixadas. As embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália suspenderam os atendimentos.
“Recebemos a comunicação da Embaixada dos Estados Unidos e, como é o nosso dever, atuamos para apurar alguma veracidade daqueles dados que nos foram encaminhados. Cumprimos as medidas judiciais, num processo sigiloso, e, de fato, não comprovamos nenhum elemento concreto que apontasse um risco efetivo para esta Embaixada ou para qualquer outra”, contou.
Andrei também destacou que, de forma geral, a eleição ocorre de forma tranquila em todo o país, sem registro de ocorrências graves, além do que já é esperado.
Crimes eleitorais
Até as 11h, o Ministério da Justiça e Segurança Pública registrou 175 crimes eleitorais. Segundo o boletim, foram 214 ocorrências registradas até o momento.
Até o momento, dois candidatos e um eleitor foram presos. Além disso, foram apreendidos R$ 108.560 em dinheiro, quatro armas e 13 veículos.
No topo das infrações estão 71 casos de propaganda eleitoral irregular, seguidos por 46 de compra de votos/corrupção eleitoral e 19 de boca de urna.
O Nordeste é a região com o maior número de ocorrências e concentra 43,5% dos registros, seguido pelo Sul, com 29,4%.
Até o momento, dois candidatos e um eleitor foram presos. Além disso, foram apreendidos R$ 108.560 em dinheiro, quatro armas e 13 veículos.
No topo das infrações estão 71 casos de propaganda eleitoral irregular, seguidos por 46 de compra de votos/corrupção eleitoral e 19 de boca de urna.
O Nordeste é a região com o maior número de ocorrências e concentra 43,5% dos registros, seguido pelo Sul, com 29,4%.

