De acordo com a Polícia Federal, o grupo criminoso utilizava as informações sigilosas da Administração Pública para alertar seus integrantes sobre ações das forças de segurança e evitar possíveis prisões. As informações também seriam empregadas em investigações clandestinas relacionadas à extorsão e à obtenção de dinheiro.
Ainda conforme aponta a Polícia Federal, os integrantes da organização recebiam fuzis e equipamentos policiais como forma de comissão ou pagamento pelas negociações envolvendo o armamento.

