Às vésperas do Dia das Crianças, uma das principais datas comemorativas do do comércio, lojistas do Rio estimam alta das vendas de 3% sobre o mesmo período do ano passado. É o que mostra a pesquisa realizada pelo Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio), que ouviu 250 empresários dos segmentos de brinquedos, roupas, calçados, mochilas e acessórios, jogos eletrônicos e celulares, entre outros.
Segundo o levantamento, brinquedos e vestuário estão entre os itens mais vendidos. Presentes educativos e criativos - como livros, kits de ciência, robótica e artes -; eletrônicos e artigos esportivos; além de balas, chocolates e doces também estão entre os presentes mais procurados.
Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio e do SindilojasRio, lembra que o Dia das Crianças é considerado como o "Natal" para o segmento de brinquedos.
"Apesar de sofrer com a concorrência desleal do comércio informal que, em datas como esta, inunda a cidade com produtos piratas, fora da conformidade técnica e com qualidade inferior, e de ser um momento de maior restrição financeira para as famílias, a estimativa é otimista", afirma.
Ainda segundo ele, os comerciantes têm trabalhado com maior atenção à gestão dos estoques, visando evitar excedente de mercadorias, e já pensando na semana da Black Friday.
De acordo com a pesquisa, a média de gastos dos consumidores deverá girar entre R$ 80,00 e R$ 220,00. Além disso, a maior parte das compras será realizada com cartões de crédito (50%), Pix (30%), cartões de débito (15%) e dinheiro (5%).
Segundo o levantamento, brinquedos e vestuário estão entre os itens mais vendidos. Presentes educativos e criativos - como livros, kits de ciência, robótica e artes -; eletrônicos e artigos esportivos; além de balas, chocolates e doces também estão entre os presentes mais procurados.
Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio e do SindilojasRio, lembra que o Dia das Crianças é considerado como o "Natal" para o segmento de brinquedos.
"Apesar de sofrer com a concorrência desleal do comércio informal que, em datas como esta, inunda a cidade com produtos piratas, fora da conformidade técnica e com qualidade inferior, e de ser um momento de maior restrição financeira para as famílias, a estimativa é otimista", afirma.
Ainda segundo ele, os comerciantes têm trabalhado com maior atenção à gestão dos estoques, visando evitar excedente de mercadorias, e já pensando na semana da Black Friday.
De acordo com a pesquisa, a média de gastos dos consumidores deverá girar entre R$ 80,00 e R$ 220,00. Além disso, a maior parte das compras será realizada com cartões de crédito (50%), Pix (30%), cartões de débito (15%) e dinheiro (5%).

