Empresas de fachada e 'laranjas'

Ximba, segundo as investigações, teria papel de destaque em um núcleo criminoso especializado na obtenção e movimentação de recursos provenientes de diferentes golpes, além de chefiar uma central de fraudes financeiras.

A apuração financeira também identificou indícios de que pessoas próximas ao criminoso, incluindo sua companheira, teriam sido utilizadas para receber e movimentar recursos, em função conhecida como 'laranja'. Relatórios de inteligência financeira apontaram que contas vinculadas a ela podem ter sido usadas para movimentar valores atribuídos ao investigado, incluindo quantias recebidas de empresas suspeitas de serem de fachada, localizadas no estado de Rondônia.