Amigos, familiares e colegas de profissão se reuniram na manhã deste sábado (10), na Praia dos Amores, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, para homenagear a atleta e professora de canoagem havaiana Rie Luciana Nagasako. Conhecida como Japa, ela morreu na sexta-feira (9), aos 47 anos, após sofrer um acidente no mar durante uma aula na região do Quebra-Mar. O encontro ocorreu no local onde a remadora costumava ensinar a modalidade e compartilhar sua paixão pelo esporte.
A homenagem reuniu pessoas que conviveram com Rie dentro e fora da água. A Praia dos Amores fazia parte da rotina da atleta, que dedicava boa parte do tempo às aulas e ao desenvolvimento da canoagem havaiana no Rio. Além da carreira esportiva, ela ficou conhecida pelo trabalho próximo aos alunos e pela iniciativa de ampliar o acesso à modalidade. Familiares iniciaram uma vaquinha para ajudar com os custos de velório e cremação, que ainda não têm data e local definidos.
Rie estava internada em estado gravíssimo no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, desde quinta-feira (8), quando caiu de uma embarcação durante uma atividade no mar. Segundo relatos de testemunhas, ela foi arrastada pela correnteza e precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros. A atleta foi retirada da água desacordada e transportada de helicóptero para a unidade de saúde. A morte foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde na tarde de sexta-feira.
Fundadora da escola Barra Va’a, Rie também criou o Projeto Somar, voltado à prática esportiva. O trabalho desenvolvido por ela incluía atividades com pessoas com deficiência, como atletas amputados e pessoas com deficiência visual, além de alunos autistas. A proposta era tornar a canoagem acessível a diferentes públicos e utilizar o esporte como ferramenta de inclusão.
A Confederação Brasileira de Va’a lamentou a morte da atleta e destacou sua dedicação à modalidade, além da relação construída com alunos e colegas. A entidade manifestou solidariedade aos familiares e amigos e ressaltou a importância do legado deixado por Rie para a comunidade esportiva.
A trajetória da remadora no esporte começou após um acidente de skate, em 2017, quando fraturou o tornozelo. Durante a recuperação, ela encontrou na canoa havaiana uma alternativa para continuar praticando atividades no mar, já que tinha dificuldade para permanecer em pé sobre uma prancha de stand up paddle. A partir de 2022, passou a competir na modalidade.
Em 2025, Rie conquistou duas medalhas de ouro representando o Brasil no Campeonato Pan-Americano de Va’a, realizado na Ilha de Páscoa, território chileno no Oceano Pacífico. Ela venceu nas categorias V6 Master, disputada em canoas para seis remadores com mais de 40 anos, e V3 Open, em embarcações para três pessoas. A atleta também ganhou uma medalha de bronze no Campeonato Mundial, na categoria sprint, além de títulos nacionais.
Para custear a participação no Pan-Americano, Rie chegou a organizar uma campanha de arrecadação nas redes sociais, já que não contava com patrocínio para a viagem. A conquista internacional coroou uma trajetória marcada pela dedicação à modalidade e pelo trabalho de formação de novos praticantes.
A homenagem reuniu pessoas que conviveram com Rie dentro e fora da água. A Praia dos Amores fazia parte da rotina da atleta, que dedicava boa parte do tempo às aulas e ao desenvolvimento da canoagem havaiana no Rio. Além da carreira esportiva, ela ficou conhecida pelo trabalho próximo aos alunos e pela iniciativa de ampliar o acesso à modalidade. Familiares iniciaram uma vaquinha para ajudar com os custos de velório e cremação, que ainda não têm data e local definidos.
Rie estava internada em estado gravíssimo no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, desde quinta-feira (8), quando caiu de uma embarcação durante uma atividade no mar. Segundo relatos de testemunhas, ela foi arrastada pela correnteza e precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros. A atleta foi retirada da água desacordada e transportada de helicóptero para a unidade de saúde. A morte foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde na tarde de sexta-feira.
Fundadora da escola Barra Va’a, Rie também criou o Projeto Somar, voltado à prática esportiva. O trabalho desenvolvido por ela incluía atividades com pessoas com deficiência, como atletas amputados e pessoas com deficiência visual, além de alunos autistas. A proposta era tornar a canoagem acessível a diferentes públicos e utilizar o esporte como ferramenta de inclusão.
A Confederação Brasileira de Va’a lamentou a morte da atleta e destacou sua dedicação à modalidade, além da relação construída com alunos e colegas. A entidade manifestou solidariedade aos familiares e amigos e ressaltou a importância do legado deixado por Rie para a comunidade esportiva.
A trajetória da remadora no esporte começou após um acidente de skate, em 2017, quando fraturou o tornozelo. Durante a recuperação, ela encontrou na canoa havaiana uma alternativa para continuar praticando atividades no mar, já que tinha dificuldade para permanecer em pé sobre uma prancha de stand up paddle. A partir de 2022, passou a competir na modalidade.
Em 2025, Rie conquistou duas medalhas de ouro representando o Brasil no Campeonato Pan-Americano de Va’a, realizado na Ilha de Páscoa, território chileno no Oceano Pacífico. Ela venceu nas categorias V6 Master, disputada em canoas para seis remadores com mais de 40 anos, e V3 Open, em embarcações para três pessoas. A atleta também ganhou uma medalha de bronze no Campeonato Mundial, na categoria sprint, além de títulos nacionais.
Para custear a participação no Pan-Americano, Rie chegou a organizar uma campanha de arrecadação nas redes sociais, já que não contava com patrocínio para a viagem. A conquista internacional coroou uma trajetória marcada pela dedicação à modalidade e pelo trabalho de formação de novos praticantes.

