Análises bancárias e fiscais identificaram movimentações e patrimônio incompatíveis com os rendimentos dos membros do grupo. A apuração descreveu o uso de empresas, contas bancárias e bens registrados em nome de terceiros para dissimular a origem de recursos e ocultar patrimônio.
As cinco empresas no pedido de bloqueio feito pelo MPRJ movimentaram R$ 173,7 milhões. Segundo a denúncia, Vitor Hugo Marinho Garcia movimentou cerca de R$ 31,9 milhões entre 2019 e 2023 e possuía um patrimônio estimado em mais de R$ 5 milhões.

