O ministro da Saúde Alexandre Padilha visitou, nesta quinta-feira (15), as novas instalações do Hospital Geral de Bonsucesso (HGB), na Zona Norte do Rio, e celebrou os dois anos de retomada das unidades de saúde federais da cidade. O espaço revitalizado, localizado no quinto andar do prédio 1, recebeu 17 leitos a mais, permitindo a ampliação do atendimento de pacientes após procedimentos cirúrgicos.
“Nós estamos celebrando dois anos de ressuscitação do Hospital Bonsucesso. Esse e os outros hospitais federais do Rio passaram por algo muito grave. Durante um período, eles tinham um comandante político que os levaram a um verdadeiro apagão. E a gente conseguiu ressuscitá-los graças à ação do presidente Lula, à parceria com o município e, no caso do Bonsucesso, o Grupo Hospitalar Conceição, que é um órgão do Ministério da Saúde”, afirmou o ministro.
A nova estrutura do HGB contará com 11 leitos de recuperação pós-anestésica e outros 6 leitos de recuperação semi-intensiva, distribuídos em duas alas. As unidades terão equipamentos semelhantes aos de uma UTI, destinados ao acompanhamento de pacientes que necessitam de cuidados intensivos.
Com aproximadamente 380 metros quadrados, o espaço está organizado em três enfermarias, todas com banheiros acessíveis, além de posto de enfermagem centralizado e sala de prescrição médica.
Ao todo, o hospital passa a contar com 27 leitos de recuperação, o que corresponde a um aumento de 170%. As novas estruturas vão ajudar a sustentar a produção cirúrgica de alta complexidade, que já cresceu 160% em 2026, passando de 629 procedimentos para 1.638 por mês. O HGB espera, ainda neste ano, alcançar a meta de 1.700 cirurgias mensais.
Durante seu discurso, o ministro da Saúde agradeceu também pelo trabalho dos servidores que não viraram as costas para este e outros hospitais federais da cidade mesmo quando as unidades enfrentavam diversas dificuldades.
“Queria agradecer a todas as trabalhadoras e trabalhadores. Vários servidores continuaram aqui, porque acreditam nesse hospital. E eu acho que hoje é um motivo de muito orgulho para todos nós. Esse e os outros hospitais federais do Rio de Janeiro, estavam sendo entregues ao que tem de pior, tanto na saúde, quanto no mundo jurídico. As pessoas falavam para mim: ‘Padilha, trabalhador tinha que pagar pedágio para a milícia para estacionar o carro’. Nós vimos hospitais federais que estavam há anos com o refeitório fechado, enquanto alguém ganhava dinheiro nos contratos das quentinhas. A gente sabe o que watava acontecendo nesses hospitais federais e vocês fizeram parte dessa transformação, porque foram os primeiros a dar o pontapé inicial. Nós fincamos a bandeira do SUS aqui, e ninguém nunca mais vai tirá-la desse hospital!”, disse Padilha.
A nova estrutura do HGB contará com 11 leitos de recuperação pós-anestésica e outros 6 leitos de recuperação semi-intensiva, distribuídos em duas alas. As unidades terão equipamentos semelhantes aos de uma UTI, destinados ao acompanhamento de pacientes que necessitam de cuidados intensivos.
Com aproximadamente 380 metros quadrados, o espaço está organizado em três enfermarias, todas com banheiros acessíveis, além de posto de enfermagem centralizado e sala de prescrição médica.
Ao todo, o hospital passa a contar com 27 leitos de recuperação, o que corresponde a um aumento de 170%. As novas estruturas vão ajudar a sustentar a produção cirúrgica de alta complexidade, que já cresceu 160% em 2026, passando de 629 procedimentos para 1.638 por mês. O HGB espera, ainda neste ano, alcançar a meta de 1.700 cirurgias mensais.
Durante seu discurso, o ministro da Saúde agradeceu também pelo trabalho dos servidores que não viraram as costas para este e outros hospitais federais da cidade mesmo quando as unidades enfrentavam diversas dificuldades.
“Queria agradecer a todas as trabalhadoras e trabalhadores. Vários servidores continuaram aqui, porque acreditam nesse hospital. E eu acho que hoje é um motivo de muito orgulho para todos nós. Esse e os outros hospitais federais do Rio de Janeiro, estavam sendo entregues ao que tem de pior, tanto na saúde, quanto no mundo jurídico. As pessoas falavam para mim: ‘Padilha, trabalhador tinha que pagar pedágio para a milícia para estacionar o carro’. Nós vimos hospitais federais que estavam há anos com o refeitório fechado, enquanto alguém ganhava dinheiro nos contratos das quentinhas. A gente sabe o que watava acontecendo nesses hospitais federais e vocês fizeram parte dessa transformação, porque foram os primeiros a dar o pontapé inicial. Nós fincamos a bandeira do SUS aqui, e ninguém nunca mais vai tirá-la desse hospital!”, disse Padilha.
Novos equipamentos ampliam capacidade de diagnóstico e procedimentos
O ministro também conheceu o segundo tomógrafo e os novos arcos cirúrgicos instalados no hospital. Os equipamentos ampliam a capacidade de diagnóstico por imagem e de realização de procedimentos, reduzindo a necessidade de recorrer a serviços externos.
O tomógrafo tem abertura de 75 centímetros e suporta pacientes de até 300 quilos. A expectativa é que o aparelho possibilite a realização de cerca de 500 exames adicionais por mês.
Já os arcos cirúrgicos, instalados na área de Hemodinâmica, permitem a visualização de imagens em tempo real durante intervenções. A estrutura reforça a realização de procedimentos nos vasos sanguíneos, como angioplastias e arteriografias. Com a segunda sala equipada, a unidade amplia a capacidade de atendimento nessa especialidade.
O hospital também recebeu recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para modernizar a hemorrede. O investimento de R$ 454,8 mil foi destinado à compra de dois freezers de armazenamento a -30°C, com capacidade de 350 litros cada, e de um equipamento capaz de congelar até 24 bolsas de sangue em 80 minutos.
Referência no atendimento de alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o HGB oferece serviços de cardiologia, cirurgias cardíaca e vascular, oncologia, transplantes, tratamento de doenças renais, traumato-ortopedia e terapia intensiva.
Emergência 24 horas registra aumento de atendimentos
A emergência do Hospital Geral de Bonsucesso voltou a funcionar 24 horas após cinco anos fechada. Entre janeiro e setembro de 2026, a unidade realizou 41,3 mil atendimentos, com média mensal de 4,5 mil — cerca de 21% acima da registrada em 2025.
No mesmo período, foram contabilizadas 12,1 mil internações. A média chegou a 1,3 mil por mês, crescimento de 19% em relação ao ano passado e de 88% na comparação com 2024.
A produção cirúrgica também avançou. Até setembro, foram realizados 9,8 mil procedimentos, superando o total de 8,5 mil registrado durante todo o ano de 2025. A média mensal chegou a 1,1 mil cirurgias, alta de 55% em relação ao ano anterior.
Nas consultas ambulatoriais especializadas, o hospital alcançou média de 13,2 mil atendimentos por mês, aumento de 15,5% em comparação com 2025.
Reestruturação da rede federal no Rio
O Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro foi instituído pelo Ministério da Saúde em julho de 2024 para reorganizar os serviços e ampliar a integração das unidades à rede pública. Segundo a pasta, a iniciativa contribuiu para a reabertura de 477 leitos e a contratação de 3.239 profissionais.
O balanço do ministério aponta, ainda, crescimento na produção assistencial da rede em relação a 2022: 708,5% nos atendimentos de emergência, 38,8% nas internações, 28,7% nos procedimentos cirúrgicos e 30,8% nas consultas médicas.
A iniciativa envolve parcerias com a Prefeitura do Rio, o Grupo Hospitalar Conceição, a Fiocruz, a HU Brasil e universidades federais.


