Agentes da Diretoria de Desmontagem do Detran-RJ interditaram, nesta quinta-feira (15), um ferro-velho em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio. O estabelecimento já havia sido fechado outras duas vezes, em 2024 e 2025, por funcionar sem credenciamento junto ao órgão.
Durante a fiscalização, os agentes constataram que as peças comercializadas no local não tinham etiquetas de rastreabilidade. Além disso, o responsável não apresentou documentos que comprovassem a origem lícita dos produtos. O proprietário tem cinco dias para apresentar as notas fiscais dos itens encontrados no estabelecimento.
Ainda durante a ação, agentes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) identificaram o descarte irregular de óleo diretamente na galeria de águas pluviais. Representantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil também participaram da fiscalização.
Denúncias sobre ferros-velhos irregulares podem ser feitas pelo site OuveRJ.
Prefeitura interdita ferro-velho em São Gonçalo
Equipes da Subsecretaria de Fiscalização de Posturas, ligada à Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura de São Gonçalo, junto com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Transportes e a Vigilância Sanitária do município, interditaram um ferro-velho que atuava de forma irregular em dois endereços na Rua Itapeva, em Monjolos, em setembro deste ano.
A ação foi realizada em conjunto com a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, o Detran e a Polícia Ambiental. Dois responsáveis pelo estabelecimento, pai e filho, foram conduzidos à delegacia. A investigação contra o estabelecimento teve início com os agentes da DRFA, após denúncias.
O suspeito vendia peças de carros de forma online e presencial. No local, as equipes encontraram diversas irregularidades. Por parte da Subsecretaria de Fiscalização de Posturas, foram realizadas interdições nos dois endereços do ferro-velho, com intimação para que sejam encerradas suas atividades, além do auto de infração de 50 UFISGs (cada UFISG vale a R$69,45) por ocupação irregular de via pública.
Já a Secretaria de Meio Ambiente e Transportes da Prefeitura de São Gonçalo identificou infrações ambientais, interditando também o estabelecimento que funcionava sem licença ambiental, seguindo o que determina a lei municipal. Além disso, os donos cometeram infrações ambientais ligadas à poluição por resíduo oleoso, com vazamento de óleo e risco iminente de contaminação de solo e rios próximos, além de multa.


