Segundo as apurações, pessoas submetidas às intervenções sofreram deformidades, mutilações e sequelas permanentes. As investigações apontam também o uso irregular de força de trabalho.
O delegado Wellington Vieira, da Decon, explicou que o principal objetivo da ação foi cumprir a ordem da Justiça do Rio de interdição dos centros cirúrgicos.
"A Justiça está mostrando que as cirurgias estão proibidas, tendo em vista que há irregularidades e grandes falhas no sistema de segurança dos pacientes. Todas as pessoas que tinham cirurgias marcadas para hoje (ontem) e todo o mês de outubro, e possivelmente o mês de novembro, tem que comparecer aqui e pegar os valores pagos, que devem ser restituídos. Se tiver algum problema com essa operação, procurem as delegacias de polícia civil para informar. Deveriam saber que estão correndo um grande risco", disse.

