Uma das principais lideranças do tráfico de drogas do Morro do Borel, na Tijuca, Zona Norte do Rio, é procurada após deixar a prisão para uma visita temporária no Dia das Crianças e não retornar no prazo determinado pela Justiça. Peterson Fonseca de Souza, conhecido como “Pepinho”, de 34 anos, deveria ter voltado à unidade prisional até 15 de outubro. Nesta quinta-feira (22), o Disque Denúncia divulgou um cartaz para ajudar na localização do detento.
A busca é conduzida pela Divisão de Buscas e Recapturas (RECAP), da Secretaria de Estado de Polícia Penal. Segundo o Disque Denúncia, Pepinho é apontado como integrante da liderança do tráfico na comunidade e ligado ao Comando Vermelho.
O homem foi preso em outubro de 2019, na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste. Na época, acumulava 30 registros criminais e 16 mandados de prisão em aberto por diferentes delitos, entre eles homicídio, roubo e tráfico de drogas.
Ele também era investigado por supostamente ordenar um ataque armado à base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Borel, em 9 de agosto de 2019. Durante a ação, o estudante Gabriel Pereira Alves, de 18 anos, foi atingido por um disparo enquanto aguardava um ônibus na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, e morreu.
De acordo com as informações divulgadas pelo Disque Denúncia, Pepinho cumpria pena de 41 anos de reclusão por crimes relacionados à associação para o tráfico de drogas e resistência. Classificado pelo sistema prisional como de alta periculosidade, ele estava no regime semiaberto e recebeu autorização para a Visita Periódica ao Lar (VPL), concedida em razão do Dia das Crianças.
Após o não retorno, a Vara de Execuções Penais (VEP) expediu, em 21 de outubro, um mandado de prisão para recaptura. A ausência foi registrada na ficha disciplinar do detento.
A busca é conduzida pela Divisão de Buscas e Recapturas (RECAP), da Secretaria de Estado de Polícia Penal. Segundo o Disque Denúncia, Pepinho é apontado como integrante da liderança do tráfico na comunidade e ligado ao Comando Vermelho.
O homem foi preso em outubro de 2019, na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste. Na época, acumulava 30 registros criminais e 16 mandados de prisão em aberto por diferentes delitos, entre eles homicídio, roubo e tráfico de drogas.
Ele também era investigado por supostamente ordenar um ataque armado à base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Borel, em 9 de agosto de 2019. Durante a ação, o estudante Gabriel Pereira Alves, de 18 anos, foi atingido por um disparo enquanto aguardava um ônibus na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, e morreu.
De acordo com as informações divulgadas pelo Disque Denúncia, Pepinho cumpria pena de 41 anos de reclusão por crimes relacionados à associação para o tráfico de drogas e resistência. Classificado pelo sistema prisional como de alta periculosidade, ele estava no regime semiaberto e recebeu autorização para a Visita Periódica ao Lar (VPL), concedida em razão do Dia das Crianças.
Após o não retorno, a Vara de Execuções Penais (VEP) expediu, em 21 de outubro, um mandado de prisão para recaptura. A ausência foi registrada na ficha disciplinar do detento.
Outros foragidos
Até as 15h desta quinta-feira (22), 169 presos ainda não haviam retornado às unidades prisionais após a saída temporária do Dia das Crianças, cujo prazo terminou em 15 de outubro. Outros 69 não voltaram após o benefício do Dia das Mães, em maio, e 174 permaneciam fora das prisões depois da saída do Dia dos Pais, em agosto.
Somados os três períodos de 2026, são 412 detentos considerados foragidos e procurados pelas autoridades por diferentes crimes, incluindo homicídio, roubo, extorsão e tráfico de drogas.
Somados os três períodos de 2026, são 412 detentos considerados foragidos e procurados pelas autoridades por diferentes crimes, incluindo homicídio, roubo, extorsão e tráfico de drogas.
Como denunciar
Informações sobre o paradeiro de Peterson Fonseca de Souza ou de outros detentos que não retornaram às unidades prisionais podem ser repassadas ao Disque Denúncia pelo telefone (21) 2253-1177, que funciona 24 horas por dia e garante o anonimato.
A reportagem de O Dia não localizou a defesa de Peterson Fonseca. O espaço segue aberto.
A reportagem de O Dia não localizou a defesa de Peterson Fonseca. O espaço segue aberto.
*Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral

