Os policiais consideram a rede criminosa um esquema de escravidão sexual de adolescentes, que praticava crimes como estupros coletivos, torturas, ameaças e chantagens, além dos vídeos.
De acordo com a investigação, os envolvidos no esquema produziam vídeos de violência sexual e usavam isso para ameaçar as adolescentes com a divulgação das imagens.
“O mecanismo de chantagem, associado a agressões físicas e psicológicas, era empregado para manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos”, informa nota da Polícia Civil.
Investigações
A investigação começou em julho deste ano, depois da prisão de um assessor parlamentar pelo estupro de uma adolescente de 16 anos em Niterói. A apreensão de computadores e celulares na casa do preso permitiu apurar o envolvimento de outras pessoas em um esquema de exploração sexual de adolescentes.

