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Homem tenta embarcar com cocaína no Galeão e é preso
Pó iria para o Paquistão e foi achada na estrutura da mala em ação conjunta da Receita e da PF; suspeito foi preso
Por Aretha Dossares
Publicado em 27/10/2026 18:30:00 Atualizado em 27/10/2026 18:40:54Um homem foi preso, nesta terça-feira (27), ao tentar embarcar com 8,16 quilos de cocaína escondidos na estrutura da mala, no Aeroporto Internacional do Galeão, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. O destino final da viagem era o Paquistão, com conexão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
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A apreensão ocorreu durante uma operação conjunta da Receita Federal e da Polícia Federal. A fiscalização foi direcionada após análise de informações de inteligência e avaliação de risco sobre a viagem.
Durante a inspeção por raio-X, os agentes identificaram imagens suspeitas na bagagem. Na verificação, encontraram placas escondidas nas laterais e no fundo da mala, onde a droga estava camuflada. Um teste preliminar confirmou a presença de cocaína.
O passageiro, que mora em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, recebeu voz de prisão e será apresentado à Justiça Federal. Ele poderá responder por tráfico internacional de drogas, crime cuja pena prevista é de cinco a 15 anos de prisão, além de multa.
A apreensão ocorreu durante uma operação conjunta da Receita Federal e da Polícia Federal. A fiscalização foi direcionada após análise de informações de inteligência e avaliação de risco sobre a viagem.
Durante a inspeção por raio-X, os agentes identificaram imagens suspeitas na bagagem. Na verificação, encontraram placas escondidas nas laterais e no fundo da mala, onde a droga estava camuflada. Um teste preliminar confirmou a presença de cocaína.
O passageiro, que mora em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, recebeu voz de prisão e será apresentado à Justiça Federal. Ele poderá responder por tráfico internacional de drogas, crime cuja pena prevista é de cinco a 15 anos de prisão, além de multa.
A reportagem de O DIA não localizou a defesa do suspeito. O espaço segue aberto para manifestação.
Outra prisão da Policia Federal
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a segunda fase da Operação Castratio, com o objetivo de auxiliar as investigações sobre uma possível fraude em contratos para castração e esterilização de animais. O valor apurado soma cerca de R$ 200 milhões. O escritório de advocacia do deputado federal reeleito Marcelo Queiroz (PSDB) foi um dos alvos da ação.
Segundo a PF, contratos firmados entre o Governo do Rio de Janeiro e uma empresa privada foram afetados por irregularidades como superfaturamento, direcionamento e fraude à licitação. A corporação informou que a operação mira uma organização criminosa em atuação no âmbito da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro (Seappa).
Na ação desta terça, policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão na cidade do Rio e em Niterói, na Região Metropolitana. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Um dos endereços foi o escritório de advocacia do deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB), que esteve a frente da Seappa entre 2019 e 2022. Outros alvos da operação também são vinculados ao parlamentar, reeleito com 58.739 votos nas eleições deste ano.
Na primeira fase da investigação, deflagrada em maio, agentes estiveram na residência de Queiroz. Ele teve o celular apreendido. Na época, as equipes cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em endereços na capital; em Niterói; em Itaocara, no Noroeste Fluminense; em Macaé, no Norte Fluminense; e nas cidades de São Roque e Mairinque, em São Paulo.
*Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral