Um adolescente de 12 anos e outras crianças ficaram feridas após uma picape tombar em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na tarde deste domingo (1º). As vítimas estavam na caçamba do carro durante o acidente.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o quartel de Belford Roxo foi acionado por volta das 16h para a ocorrência na Rua Doutor Farrula, altura do número 253, no bairro Nova Aurora. No local, eles encontraram o menino, identificado como B.F., de 12 anos, já sem vida.
Uma menina foi atendida pelos militares e liberada no local. A Prefeitura de Belford Roxo informou que sete vítimas do acidente deram entrada no Hospital Geral de Emergência do município. Ao todo, cinco foram liberadas após receberem atendimento médico.
Uma menina foi atendida pelos militares e liberada no local. A Prefeitura de Belford Roxo informou que sete vítimas do acidente deram entrada no Hospital Geral de Emergência do município. Ao todo, cinco foram liberadas após receberem atendimento médico.
Dois meninos precisaram ser transferidos para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, também na Baixada Fluminense. Ainda não há informações sobre o estado de saúde deles.
A Polícia Militar informou que agentes do 39º BPM (Belford Roxo) foram acionados para atender a ocorrência. Quando eles chegaram, o menino já estava morto. O caso é investigado pela 54ª DP (Belford Roxo). Segundo a Polícia Civil, o condutor do veículo foi ouvido e outras diligências são realizadas para apurar as circunstâncias dos fatos.
A Polícia Militar informou que agentes do 39º BPM (Belford Roxo) foram acionados para atender a ocorrência. Quando eles chegaram, o menino já estava morto. O caso é investigado pela 54ª DP (Belford Roxo). Segundo a Polícia Civil, o condutor do veículo foi ouvido e outras diligências são realizadas para apurar as circunstâncias dos fatos.
Tubulação rompe e alaga casas em Irajá
Um vazamento em uma tubulação de grande porte da Águas do Rio alagou diversas casas na comunidade Rio do Ouro, em Irajá, na Zona Norte, na madrugada desta segunda-feira (2). Ao menos uma residência foi totalmente interditada por risco de desabamento.
Ao O DIA, André Rodrigues, morador da comunidade, conta que o rompimento aconteceu por volta de 1h30. A água invadiu as casas e chegou a bater na altura da cintura. De acordo com ele, os próprios vizinhos começaram a se mobilizar para tentar fazer o escoamento e salvar os animais de estimação da região.
“Foi muito forte, parecia que tinha começado a chover. Como a vizinha começou a gritar socorro, saí da minha casa e me deparei com o muro caído e a água saindo desordenadamente. Eu moro aqui há 41 anos e nunca aconteceu isso, mas isso aqui é uma bomba relógio, a profundidade não é nem de 1 metro para aguentar um peso dessa proporção em cima. Graças a Deus ninguém se feriu, mas não deu para salvar nada… roupa, móvel, televisão, nada”, afirma.
Regiane Braga, que teve a casa destruída pela força da água, estava dormindo com o filho, de 13 anos, quando acordou no susto com o barulho da tubulação se rompendo.
“Eu levantei e quando olhei para o chão tudo já estava tomado. O colchão começou a boiar e eu gritei por socorro. Não tinha como sair pelo portão. Por sorte, a parede do quarto caiu e eu consegui chamar o vizinho, que me ajudou a tirar meu filho. Mas foi muito rápido. Hoje vou ficar na casa da minha irmã, mas perdi tudo”, lamenta.
Pai de Regiane, Robson José relata que ficou aliviado ao perceber que a filha e o neto estavam bem. Ele saiu de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, quando recebeu a notícia do rompimento da tubulação.
“Eu fiquei apavorado pensando que ia acontecer o pior, mas cheguei aqui e, graças a Deus, foram só coisas materiais, a vida deles está preservada. Minha filha não morreu porque os moradores ajudaram”, conta.
Dagmar dos Santos, de 75 anos, que mora em frente à casa de Regiane, chegou a ficar presa dentro de sua própria residência por causa da queda da parede. Ela também já estava dormindo quando o vazamento aconteceu. A idosa relata a sensação de desespero e o medo de morrer afogada.
“Fiquei apavorada, porque a água ia enchendo e enchendo, entrava pelo vidro… comecei a gritar e o vizinho, com muito custo, conseguiu abrir um pedacinho, que foi por onde eu passei e ainda machuquei a minha perna toda. Perdi tudo, mas graças a Deus estamos vivos”, afirma.
Ao O DIA, André Rodrigues, morador da comunidade, conta que o rompimento aconteceu por volta de 1h30. A água invadiu as casas e chegou a bater na altura da cintura. De acordo com ele, os próprios vizinhos começaram a se mobilizar para tentar fazer o escoamento e salvar os animais de estimação da região.
“Foi muito forte, parecia que tinha começado a chover. Como a vizinha começou a gritar socorro, saí da minha casa e me deparei com o muro caído e a água saindo desordenadamente. Eu moro aqui há 41 anos e nunca aconteceu isso, mas isso aqui é uma bomba relógio, a profundidade não é nem de 1 metro para aguentar um peso dessa proporção em cima. Graças a Deus ninguém se feriu, mas não deu para salvar nada… roupa, móvel, televisão, nada”, afirma.
Regiane Braga, que teve a casa destruída pela força da água, estava dormindo com o filho, de 13 anos, quando acordou no susto com o barulho da tubulação se rompendo.
“Eu levantei e quando olhei para o chão tudo já estava tomado. O colchão começou a boiar e eu gritei por socorro. Não tinha como sair pelo portão. Por sorte, a parede do quarto caiu e eu consegui chamar o vizinho, que me ajudou a tirar meu filho. Mas foi muito rápido. Hoje vou ficar na casa da minha irmã, mas perdi tudo”, lamenta.
Pai de Regiane, Robson José relata que ficou aliviado ao perceber que a filha e o neto estavam bem. Ele saiu de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, quando recebeu a notícia do rompimento da tubulação.
“Eu fiquei apavorado pensando que ia acontecer o pior, mas cheguei aqui e, graças a Deus, foram só coisas materiais, a vida deles está preservada. Minha filha não morreu porque os moradores ajudaram”, conta.
Dagmar dos Santos, de 75 anos, que mora em frente à casa de Regiane, chegou a ficar presa dentro de sua própria residência por causa da queda da parede. Ela também já estava dormindo quando o vazamento aconteceu. A idosa relata a sensação de desespero e o medo de morrer afogada.
“Fiquei apavorada, porque a água ia enchendo e enchendo, entrava pelo vidro… comecei a gritar e o vizinho, com muito custo, conseguiu abrir um pedacinho, que foi por onde eu passei e ainda machuquei a minha perna toda. Perdi tudo, mas graças a Deus estamos vivos”, afirma.

