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'Foi tudo culpa minha'

A operação teve como base a Operação Moikano 2 teve como base a Operação Moikano 1

A madrasta do menino Bernardo Ugulini, morto em abril de 2014 por overdose de medicamentos, disse que o pai do garoto, Leandro Ugulini, não participou e que a morte foi acidental. "O Leandro não tem nada a ver com isso, é tudo culpa minha", disse a enfermeira Graciele Ugulini, acusada de homicídio triplamente qualificado, em depoimento no Fórum de Passos (RS), onde o caso foi a julgamento. Graciele disse que a amiga Odilaine Uglione, também ré, queria levar o menino para o hospital, mas que ela preferiu esconder o corpo. "Admito que dissimulei. Tentei de todas formas agir de forma normal para Leandro não desconfiar", disse.

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