Rio - A estudante Alana Anisio Rosa, 20 anos, foi esfaqueada dentro de casa na noite desta sexta-feira (6) no bairro Galo Branco, na Região Metropolitana. A O DIA, a família revelou que o agressor, Luiz Felipe Sampaio, já vinha perseguindo a jovem há vários meses e teria invadido a casa para atacá-la por não aceitar ter as investidas rejeitadas. Os dois frequentavam a mesma academia.
De acordo com a Polícia Militar, agentes do 1° BPM (Venda da Cruz) foram acionados para uma ocorrência de tentativa de homicídio no bairro, onde encontraram a vítima com ferimentos por arma branca. O suspeito foi levado à 73ªDP (Neves) para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Segundo a mãe da jovem, Jaderluce Anisio de Oliveira, 53, ela chegou em casa mais cedo do que o habitual e encontrou a filha sendo atacada.
"Eu trabalho com rota escolar e a minha criança de 18h40 que eu tinha ontem não foi para a escola. Então, eu cheguei em casa antes do meu horário, e quando eu cheguei, ele ainda estava em cima da minha filha desferindo vários golpes. Eu tirei ele de cima dela e saí gritando, pedindo ajuda, gritando socorro. Eu que tirei ele, a minha filha estava quase morta no chão, não estava conseguindo mais nem gritar”, lamentou.
Jaderluce explicou ainda que Luiz vinha vigiando a filha pelas ruas. "Ela foi para a academia, mais ou menos, umas 16h e pouca, quase 17h, quando ela voltou, que ela entrou em casa, ele pulou o muro, invadiu e já entrou agredindo ela. Ela foi consciente ainda para o hospital, foi contando os relatos dela, que ele machucou muito a cabeça dela, batendo com a cabeça dela no móvel, mas ela não teve envolvimento nenhum com esse rapaz, a minha filha nunca namorou ninguém”, afirmou.
Ainda de acordo com a família, os dois não tinham qualquer tipo de relacionamento. O contato entre eles, no entanto, teve início após ele mandar mensagens, flores e bombons alegando ser um admirador secreto. Os dois se conheciam há cerca de 1 ano por causa da academia.
"Em dezembro, ele mandou o último buquê de flores e os bombons e se identificou, falou que era o Felipe da academia. Aí ela mandou uma mensagem para ele, uma mensagem sem grosseria, falando para ele que ela não estava interessada em namorar ninguém, que ela estava focada nos estudos. Enfim, as coisas se acomodaram. Ele parou de mandar as flores para ela e foi isso, mas quando foi ontem ele invadiu a minha casa", narrou a mãe.
A estudante fazia pré-vestibular para Medicina e estava focada na carreira. No momento, ela está entubada e internada em estado grave em um hospital particular em São Gonçalo.
"Ela não está respondendo muito.Está no CTI, várias perfurações, cortes no rosto, pescoço, braço, mão. Minha filha está muito machucada. Você não tem noção do que foi pra mim chegar em casa e ver aquele homem em cima da minha filha. Ela já não estava mais aguentando mais. Foi por pouco, mais cinco minutos e ele acabava com a vida dela", frisou.
Uma amiga da vítima, a empresária Juliana Serrano, 29, contou que Alana chegou a comentar que estava com medo.
"Ele queria namorar com ela, mas ela não queria. A Alana é muito estudiosa, não sai de casa. Ele ficava mandando bombons, flores, se declarou, mas ela não queria nada com ele, nem falava com ele. Ela chegou a comentar que tinha medo dele. Nós fomos buscar vídeos de câmeras com os vizinhos e ele já estava rondando a casa alguns dias", acrescentou.
No dia anterior ao ocorrido, Juliana relatou que o suspeito chegou a tentar invadir a casa. "Ninguém imaginava que era ele. A Alana só viu uma silhueta masculina E pensou que poderia ser alguém tentando roubar alguma coisa", explicou.
Por fim, a empresária reforçou que a família quer Justiça. "Tentativa de feminicídio não é brincadeira. Não é exagero. Não tem justificativa. Ele precisa responder por tudo o que fez, por toda a dor causada e pelas consequências físicas e emocionais que essa violência ainda vai gerar. Essa violência foi premeditada (...) Tudo o que existiu foi uma fantasia criada na cabeça dele, uma obsessão que ele alimentou sozinho e que quase custou a vida dela", disse.
Jaderluce explicou ainda que Luiz vinha vigiando a filha pelas ruas. "Ela foi para a academia, mais ou menos, umas 16h e pouca, quase 17h, quando ela voltou, que ela entrou em casa, ele pulou o muro, invadiu e já entrou agredindo ela. Ela foi consciente ainda para o hospital, foi contando os relatos dela, que ele machucou muito a cabeça dela, batendo com a cabeça dela no móvel, mas ela não teve envolvimento nenhum com esse rapaz, a minha filha nunca namorou ninguém”, afirmou.
Ainda de acordo com a família, os dois não tinham qualquer tipo de relacionamento. O contato entre eles, no entanto, teve início após ele mandar mensagens, flores e bombons alegando ser um admirador secreto. Os dois se conheciam há cerca de 1 ano por causa da academia.
"Em dezembro, ele mandou o último buquê de flores e os bombons e se identificou, falou que era o Felipe da academia. Aí ela mandou uma mensagem para ele, uma mensagem sem grosseria, falando para ele que ela não estava interessada em namorar ninguém, que ela estava focada nos estudos. Enfim, as coisas se acomodaram. Ele parou de mandar as flores para ela e foi isso, mas quando foi ontem ele invadiu a minha casa", narrou a mãe.
A estudante fazia pré-vestibular para Medicina e estava focada na carreira. No momento, ela está entubada e internada em estado grave em um hospital particular em São Gonçalo.
"Ela não está respondendo muito.Está no CTI, várias perfurações, cortes no rosto, pescoço, braço, mão. Minha filha está muito machucada. Você não tem noção do que foi pra mim chegar em casa e ver aquele homem em cima da minha filha. Ela já não estava mais aguentando mais. Foi por pouco, mais cinco minutos e ele acabava com a vida dela", frisou.
Uma amiga da vítima, a empresária Juliana Serrano, 29, contou que Alana chegou a comentar que estava com medo.
"Ele queria namorar com ela, mas ela não queria. A Alana é muito estudiosa, não sai de casa. Ele ficava mandando bombons, flores, se declarou, mas ela não queria nada com ele, nem falava com ele. Ela chegou a comentar que tinha medo dele. Nós fomos buscar vídeos de câmeras com os vizinhos e ele já estava rondando a casa alguns dias", acrescentou.
No dia anterior ao ocorrido, Juliana relatou que o suspeito chegou a tentar invadir a casa. "Ninguém imaginava que era ele. A Alana só viu uma silhueta masculina E pensou que poderia ser alguém tentando roubar alguma coisa", explicou.
Por fim, a empresária reforçou que a família quer Justiça. "Tentativa de feminicídio não é brincadeira. Não é exagero. Não tem justificativa. Ele precisa responder por tudo o que fez, por toda a dor causada e pelas consequências físicas e emocionais que essa violência ainda vai gerar. Essa violência foi premeditada (...) Tudo o que existiu foi uma fantasia criada na cabeça dele, uma obsessão que ele alimentou sozinho e que quase custou a vida dela", disse.
Procurada, a Polícia Civil ainda não se pronunciou. A reportagem também não conseguiu contato com a defesa de Luiz. O espaço está aberto para eventuais manifestações.

