O subtenente da Polícia Militar Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, morto durante uma troca de tiros entre equipes da própria corporação, na manhã deste domingo (11), era irmão do sargento Héber Carvalho da Fonseca, que morreu há 11 meses durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio. Os dois eram integrantes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). A morte de Gláucio aconteceu na divisa entre a Gardênia Azul e a Freguesia, na Zona Sudoeste, e é investigada pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM.
Há duas semanas, em 28 de setembro, Gláucio publicou uma homenagem ao irmão nas redes sociais. No texto, o subtenente relatou a saudade que sentia de Héber e afirmou que ainda tentava lidar com a perda. A mensagem foi publicada quase 11 meses após a morte do sargento, ocorrida durante a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro de 2025.
"Onze meses, nada faz sentido ainda. Todos os dias eu sinto sua falta e hoje você iria vibrar com a operação no Complexo da Maré. Você também faz falta no teatro de operações, você fazia a diferença, mas é do meu irmão que eu sinto mais falta, do seu sorriso, das resenhas e de tudo que tínhamos em comum", escreveu Gláucio.
Na publicação, o policial também afirmou que continuaria lembrando do irmão pelo resto da vida. "Não há um dia sequer que eu não sinta sua falta. Como é difícil sem você aqui, eu sempre vou amar e lembrar de você até o meu último suspiro. Até breve, irmão", concluiu.
Gláucio tinha 26 anos de serviço na Polícia Militar, a maior parte deles no Bope, e deixou três filhos. Em seu perfil nas redes sociais, costumava compartilhar registros de atividades profissionais com a unidade de operações especiais. A última publicação havia sido feita na sexta-feira (9), dois dias antes de sua morte, com a legenda: "Bora que o crime não para".
Há duas semanas, em 28 de setembro, Gláucio publicou uma homenagem ao irmão nas redes sociais. No texto, o subtenente relatou a saudade que sentia de Héber e afirmou que ainda tentava lidar com a perda. A mensagem foi publicada quase 11 meses após a morte do sargento, ocorrida durante a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro de 2025.
"Onze meses, nada faz sentido ainda. Todos os dias eu sinto sua falta e hoje você iria vibrar com a operação no Complexo da Maré. Você também faz falta no teatro de operações, você fazia a diferença, mas é do meu irmão que eu sinto mais falta, do seu sorriso, das resenhas e de tudo que tínhamos em comum", escreveu Gláucio.
Na publicação, o policial também afirmou que continuaria lembrando do irmão pelo resto da vida. "Não há um dia sequer que eu não sinta sua falta. Como é difícil sem você aqui, eu sempre vou amar e lembrar de você até o meu último suspiro. Até breve, irmão", concluiu.
Gláucio tinha 26 anos de serviço na Polícia Militar, a maior parte deles no Bope, e deixou três filhos. Em seu perfil nas redes sociais, costumava compartilhar registros de atividades profissionais com a unidade de operações especiais. A última publicação havia sido feita na sexta-feira (9), dois dias antes de sua morte, com a legenda: "Bora que o crime não para".
Tiroteio durante abordagem
De acordo com informações da Polícia Militar, uma equipe do Bope realizava uma abordagem a um carro na Rua Guilherme Moreira, na divisa entre a Gardênia Azul e a Freguesia, quando agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) chegaram ao local. Por causa da baixa luminosidade, os policiais teriam confundido a ação dos colegas com uma ocorrência criminosa e atirado contra a equipe.
Gláucio e outros cinco policiais foram atingidos pelos disparos. Entre os feridos, quatro eram integrantes do Bope e um pertencia ao 18º BPM. Todos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
Segundo a direção da unidade de saúde, seis policiais militares deram entrada no hospital na manhã de domingo. Dois precisaram passar por cirurgia e estavam estáveis após os procedimentos, enquanto outros três receberam alta depois de serem avaliados. Gláucio, por sua vez, já chegou à unidade sem vida.
As circunstâncias do tiroteio são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e pela Corregedoria Interna da Polícia Militar, por meio da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJM). A apuração busca esclarecer a dinâmica da ocorrência e as circunstâncias em que os agentes abriram fogo.
Gláucio e outros cinco policiais foram atingidos pelos disparos. Entre os feridos, quatro eram integrantes do Bope e um pertencia ao 18º BPM. Todos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
Segundo a direção da unidade de saúde, seis policiais militares deram entrada no hospital na manhã de domingo. Dois precisaram passar por cirurgia e estavam estáveis após os procedimentos, enquanto outros três receberam alta depois de serem avaliados. Gláucio, por sua vez, já chegou à unidade sem vida.
As circunstâncias do tiroteio são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e pela Corregedoria Interna da Polícia Militar, por meio da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJM). A apuração busca esclarecer a dinâmica da ocorrência e as circunstâncias em que os agentes abriram fogo.

