Criaturas marinhas bizarras - nunca vistas antes - foram descobertas abaixo do gelo na Antártica por pesquisadores perplexos. Os organismos são semelhantes a alienígenas e foram achados durante as filmagens do documentário científico The Secrets of Antarctica (Os Segredos da Antártica, em inglês).
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A expedição científica está em andamento e é formada por uma equipe internacional, que usa tecnologia de ponta para fazer "varreduras" do fundo do mar.
A expedição científica está em andamento e é formada por uma equipe internacional, que usa tecnologia de ponta para fazer "varreduras" do fundo do mar.
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Entre as descobertas estavam lírios marinhos chamados crinóides, que só haviam sido vistos antes em registros fósseis. Outros achados bizarros são as esponjas, que não têm sistema nervoso ou digestivo, e se alimentam filtrando a água pelos poros.
"A razão disso é que a plataforma continental da Antártica está isolada do resto do planeta há muitos, muitos anos", afirma Dave Bowden, um dos líderes da expedição.
O cientista também explica como encontrou uma aranha marinha que tem pernas muito grandes e um corpo minúsculo. "A aranha marinha é de um dos grupos mais intrigantes da Antártica, porque são muito mais diversificados do que o resto do mundo, eles crescem de forma desproporcional. Há uma tendência em alguns grupos de se inclinar para o gigantismo, basicamente tudo são pernas, essencialmente não há corpo, é diferente de tudo que conhecemos."
"Outro exemplo magnífico é um verme poliqueta, você os encontrará sob uma rocha, mas o que encontramos é muito, muito maior [do que o normal]. Há um debate sobre se a Antártica é a razão pela qual essas coisas são maiores, ou se existem apenas linhagens desse animal que evoluíram aqui e não existem em nenhum outro lugar", acrescentou.
Entre as descobertas estavam lírios marinhos chamados crinóides, que só haviam sido vistos antes em registros fósseis. Outros achados bizarros são as esponjas, que não têm sistema nervoso ou digestivo, e se alimentam filtrando a água pelos poros.
"A razão disso é que a plataforma continental da Antártica está isolada do resto do planeta há muitos, muitos anos", afirma Dave Bowden, um dos líderes da expedição.
O cientista também explica como encontrou uma aranha marinha que tem pernas muito grandes e um corpo minúsculo. "A aranha marinha é de um dos grupos mais intrigantes da Antártica, porque são muito mais diversificados do que o resto do mundo, eles crescem de forma desproporcional. Há uma tendência em alguns grupos de se inclinar para o gigantismo, basicamente tudo são pernas, essencialmente não há corpo, é diferente de tudo que conhecemos."
"Outro exemplo magnífico é um verme poliqueta, você os encontrará sob uma rocha, mas o que encontramos é muito, muito maior [do que o normal]. Há um debate sobre se a Antártica é a razão pela qual essas coisas são maiores, ou se existem apenas linhagens desse animal que evoluíram aqui e não existem em nenhum outro lugar", acrescentou.
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