A Cidade de Deus foi a primeira favela do Rio a registrar oficialmente, em março do ano passado, um caso de COVID-19. No mês seguinte, a comunidade foi a quinta da cidade a ter uma morte confirmada pela mesma doença. Em junho, a CDD se tornou a periferia com o maior número de moradores com coronavírus da capital fluminense. De acordo com uma pesquisa feita pela prefeitura, em parceria com o Ibope, 28% dos testados positivos moravam por lá. Para estimular a queda desses números e suprir as principais necessidades geradas por conta dessa situação, surgiu o ‘Coletivo CDD contra a COVID’.
Tudo começou em outubro de 2020 quando membros do poder público, líderes comunitários e moradores que atuam na Cidade de Deus foram convidados pelo ‘Coletivo de Pesquisa Criando Juntos’ a participar da construção de um estudo sobre o impacto da pandemia da COVID-19 na região. Dentre os dados do levantamento, foi possível descobrir que a perda de trabalho e de renda foi o principal problema para a maioria dos moradores (59%) e que quase dobrou o número de habitantes em condições de extrema pobreza (passou de 12% a 20% em um ano).
Foi diante desse cenário que surgiu o ‘Coletivo CDD contra a COVID’. Composto por 29 instituições atuando desde março, o coletivo já distribuiu máscaras de proteção, álcool em gel e cestas básicas e também levou informações de prevenção por meio de um carro de som com áudios produzidos por profissionais de saúde circulando nas ruas e de 15 faixas colocadas em locais estratégicos. Eles ainda instalaram uma placa contendo informações atualizadas semanalmente sobre o número de mortes e casos de COVID-19 e o calendário de vacinação na praça Padre Júlio Grothen. Por ser um local com a maior movimentação da favela, pessoas excluídas digitalmente poderão ter acessos a esses dados.
“Mais de 70% das pessoas perderam renda durante a pandemia. Hoje eu tô fazendo as contas de moradores que pediram cesta básica. O número de alimentos nunca é proporcional às pessoas que precisam. Muitas empresas se comprometem, mas não dão continuidade. A pandemia ainda não acabou. A gente ainda está com perda de renda. Precisamos de pessoas e empresários se mobilizando para termos condições de continuar ajudando a população”, afirma Zélia Batista, colaboradora do coletivo.
Saiba mais na página do Facebook do Coletivo CDD.
Tudo começou em outubro de 2020 quando membros do poder público, líderes comunitários e moradores que atuam na Cidade de Deus foram convidados pelo ‘Coletivo de Pesquisa Criando Juntos’ a participar da construção de um estudo sobre o impacto da pandemia da COVID-19 na região. Dentre os dados do levantamento, foi possível descobrir que a perda de trabalho e de renda foi o principal problema para a maioria dos moradores (59%) e que quase dobrou o número de habitantes em condições de extrema pobreza (passou de 12% a 20% em um ano).
Foi diante desse cenário que surgiu o ‘Coletivo CDD contra a COVID’. Composto por 29 instituições atuando desde março, o coletivo já distribuiu máscaras de proteção, álcool em gel e cestas básicas e também levou informações de prevenção por meio de um carro de som com áudios produzidos por profissionais de saúde circulando nas ruas e de 15 faixas colocadas em locais estratégicos. Eles ainda instalaram uma placa contendo informações atualizadas semanalmente sobre o número de mortes e casos de COVID-19 e o calendário de vacinação na praça Padre Júlio Grothen. Por ser um local com a maior movimentação da favela, pessoas excluídas digitalmente poderão ter acessos a esses dados.
“Mais de 70% das pessoas perderam renda durante a pandemia. Hoje eu tô fazendo as contas de moradores que pediram cesta básica. O número de alimentos nunca é proporcional às pessoas que precisam. Muitas empresas se comprometem, mas não dão continuidade. A pandemia ainda não acabou. A gente ainda está com perda de renda. Precisamos de pessoas e empresários se mobilizando para termos condições de continuar ajudando a população”, afirma Zélia Batista, colaboradora do coletivo.
Saiba mais na página do Facebook do Coletivo CDD.
Por Marcos Furtado, jornalista e integrante do PerifaConnection
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