A ex-presidente Dilma Rousseff, de 78 anos, foi vaiada enquanto votava em Belo Horizonte (MG) neste domingo, 4. As vaias começaram enquanto Dilma aguardava na fila, quando eleitores vestidos com a camisa da seleção brasileira começaram os insultos.
Em defesa da ex-presidente, eleitores vestidos de vermelho começaram a gritar: "Olê, olê, olê, olá, Dilma. Dilma". Houve um princípio de empurra-empurra, que foi logo apartado por apoiadores da ex-presidente. Dilma foi chamada de "ladra" por opositores e de "mãe da pátria brasileira" por simpatizantes. Quando parecia que a situação poderia escalar, ela foi levada para a sala de votação.
Vestida de vermelho, Dilma cumprimentou os mesários de sua seção eleitoral no Colégio Santa Marcelina, na Pampulha. A economista estava acompanhada do sobrinho-neto Pedro Rousseff (PT), que é candidato a deputado federal.
Dilma Rousseff foi eleita presidente duas vezes, em 2010 e 2014. Ela sofreu impeachment em 2016.
Vestida de vermelho, Dilma cumprimentou os mesários de sua seção eleitoral no Colégio Santa Marcelina, na Pampulha. A economista estava acompanhada do sobrinho-neto Pedro Rousseff (PT), que é candidato a deputado federal.
Dilma Rousseff foi eleita presidente duas vezes, em 2010 e 2014. Ela sofreu impeachment em 2016.
Ex-ministro de Dilma morre aos 88 anos
Manoel Dias, fundador do PDT e ex-ministro do Trabalho e Emprego durante o governo Dilma Rousseff, morreu na noite deste sábado (22), aos 88 anos, em Florianópolis. Ele estava hospitalizado após o agravamento do estado de saúde e havia sofrido um AVC em 2025. A causa da morte não foi divulgada.
Dias comandou o Ministério do Trabalho de março de 2013 a outubro de 2015, permanecendo no cargo durante o primeiro mandato de Dilma e no início do segundo. Natural de Içara, em Santa Catarina, ele participou da fundação do PDT ao lado de Leonel Brizola e outras lideranças trabalhistas. O partido lamentou a morte do dirigente, que também presidia a legenda em Santa Catarina e a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.

